04/09/12 | 7:07
Zona Leste recebe o 123° Telecentro

Uma ferramenta pedagógica que promove a inclusão digital e a inserção social para alunos, familiares e comunitários – esse é o principal papel dos Telecentros – unidades tecnológicas que estão sendo implementados em 219 escolas da rede municipal de ensino.

Na última sexta-feira, (31), o 123° Telecentro foi inaugurado na Escola Mul. Poeta Mário de Miranda Quintana localizado no bairro Cidade de Deus, Zona Leste de Manaus. A unidade atenderá 808 alunos do 1° ao 5° ano.

Segundo o Subsecretário de Administração e Finanças, Luís Fabian Pereira, desde março a Prefeitura de Manaus em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação já entregaram 123 telecentros e até ao final será inaugurado o total de 219 unidades nas escolas municipais.

“Hoje em dia as crianças já nascem sabendo utilizar a tecnologia, com isso devemos oferecer nas escolas um espaço para que isso seja aperfeiçoado. Com o telecentro as crianças não precisarão mais frequentar as lan houses, tendo um lugar seguro e gratuito para aprender mais sobre informática. Os professores poderão planejar suas aulas com esse novo recurso, além de ser um canal de entretenimento disponibilizado de maneira gratuita para os alunos, pais e comunitários. Logo será divulgado um calendário de cursos como Windows, Word, dentre outros que incentivarão os públicos envolvidos a aprenderem mais com as ferramentas tecnológicas”, ressaltou o Subsecretário.

De acordo com a gestora, Maglice Bittencourt de Silva, o telecentro é uma grande novidade para os alunos.

“Será mais uma forma de estimular os alunos a continuarem na escola, pois será um atrativo para os mesmos. Para a comunidade é uma inovação, pois nas redondezas não tem o serviço de internet gratuita, onde as pessoas podem pesquisar e fazer seus trabalhos escolares. Nas lan houses além da falta de segurança existe a questão do custo utilizado”, concluiu a gestora.

A comunitária e mãe de aluna, Ivone dos Santos, 24, declarou que o espaço fará um importante papel social na comunidade.

“Muitas pessoas não têm acesso ao computador e quem não sabe informática hoje em dia está fora do mercado de trabalho”, explicou a comunitária.

“Agora teremos como pesquisar os nossos trabalhos escolares, utilizar internet e ainda se divertir com os jogos. Será bem mais divertido”, afirmou a aluna do 5° ano, Renata Carvalho, 10.