09/05/18 | 15:41
Professores recebem formação para trabalhar com alunos com baixa visão e cegueira

Com o intuito de melhorar o atendimento oferecido aos estudantes como baixa visão e cegueira, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) está qualificando professores no reconhecimento de problemas visuais entre os alunos e uso o de ferramentas de apoio como Braille e o Soroban. A formação teve início nesta quarta-feira, 09/5 e vai até a próxima sexta, 11/5, na Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM).

No primeiro dia de encontro foi abordada aborda a questão da baixa visão, como ela pode ser identificada e os vários tipos de cegueira, tratamentos, limitações. No segundo dia, será a vez de trabalhar o sistema Braille, escrita tátil utilizada por pessoas cegas ou com baixa visão. No último dia de formação, os participantes serão apresentados ao Soroban, ábaco japonês que, desde a década de 40, é utilizado no ensino de matemática para pessoas com algum grau de deficiência visual.

Ao todo, participam da qualificação 10 professores, escolhidos entre as Divisões Distritais Zonais (DDZs) da secretaria DDZs, nessa que é a primeira formação do ano relacionada ao tema. A assessora da Gerência de Educação Especial (GEE), Juliana Bezerra, explica como vai funcionar o encontro.

“É uma formação que vai falar sobre a deficiência visual. Vamos falar o que significa, como esse aluno enxerga, como se porta na sala, os procedimentos ao identificar o aluno com problemas visuais”.

Ela acrescenta que, em casos de diagnóstico da deficiência, é necessário realizar uma conversa com os pais e, em situações mais severas, é solicitada a apresentação de um laudo para melhor conhecimento do caso do estudante e para facilitar nas orientações pedagógicas de sala de aula.

A inscrição para a formação ocorreu de forma voluntária, o que chamou atenção da professora de Educação Física Maressa dos Santos Tanaka, que atua na Semed há cerca de dois anos e se especializa exatamente em atividades para grupos especiais, foi a possibilidade de melhorar o atendimento de se não todos, da maioria dos alunos nessas condições.

“A formação que a Semed oferece pode ajudar muito o professor e os formadores que estão trabalhando aqui com essa troca de experiências. Através dessas vivências, podemos trabalhar dentro da escola para ajudar a vida do aluno, tanto no espaço escolar quanto na família também”.

 

Texto: Alexandre Abreu

Fotos: Cleomir Santos

 

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