27/08/13 | 15:57
Feira de Ciências da escola Maria Rufina tem sustentabilidade como foco

Os 800 alunos da Escola Municipal Maria Rufina tiveram um dia diferente nesta terça-feira, 27. Ao invés das aulas comuns, as salas se transformaram em uma espécie de centro de exposição. É que foi realizada a Feira de Ciências Naturais, Tecnologia e Meio Ambiente, com o tema ‘Que planeta eu quero para o meu futuro?’, com o foco voltado para a sustentabilidade.

Cada turma apresentou uma ótica para o tema sustentabilidade, que foi desde higiene pessoal e alimentação até a preservação do meio ambiente, abordando a importância de não sujar as ruas e igarapés. A diretora da unidade de ensino, professora Sandra Aguilar, explica que a ideia da feira é sensibilizar os alunos acerca do assunto.

“O objetivo é sensibilizar acerca da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente. Acreditamos que através da orientação há mudança de comportamento e isso gera uma valorização do meio ambiente”, disse.

Trabalhos

A diversidade e a beleza dos trabalhos chamavam a atenção. As salas foram ornamentadas para compor o cenário de cada tema. A que falou sobre a higiene bucal, tinha uma grande boca na entrada e o caminho percorrido pelos visitantes era o mesmo que o alimento percorre ao ser ingerido por uma pessoa. Cada passo, uma explicação. As alunas do 5º ano mostraram a evolução dos celulares. Tinham expostos modelos dos anos 90, como o Elite da Motorola até o mais atuais Samsumg Galaxy e Iphone

Um dos destaques foi o trabalho dos alunos do 3º ano, que abordou o tema energia. Usando objetos simples como capa de cd e uma liga, era possível com a rotação do cd gerar energia para acender uma lâmpada de led.

“Eu e a professora pesquisamos na internet e achamos no Youtube alguns vídeos que ensinam a fazer esses experimentos. Gostamos desse e resolvemos fazer”, explicou o pequeno Marcos Vinício, 8, que pretende ser engenheiro elétrico.

Esther da Silva, mãe da aluna Jamile, aprovou os trabalhos apresentados e disse acreditar que eles ajudam os alunos a absorverem melhor os ensinamentos.

“Eu achei os trabalhos bem criativos. Gosto desse tipo de trabalho porque vejo que os alunos assimilam melhor os conteúdos, é bem mais divertido do que uma aula comum em sala de aula”, falou.