23/11/15 | 17:07
Educadores da Semed participam da final do Prêmio Professores do Brasil

23-11-As professoras Michelle Nunes da Silva, do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Caio Carlos Frota de Medeiros, e Maristela Carvalho Barbosa, da Escola Municipal Maria Rufina Almeida, foram classificadas para final da 9ª edição do Prêmio Professores do Brasil. O programa é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (Seb) juntamente com as organizações parceiras. A etapa final deverá ocorrer de 1º a 4 de dezembro, em Brasília.

O prêmio consiste em reconhecer, divulgar e premiar o trabalho de professores de escolas públicas que contribuem para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem desenvolvidos nas salas de aula, bem como, valorizar o papel dos educadores como agentes fundamentais no processo formativo das novas gerações.

Para chegar à final, as educadoras da Secretaria Municipal de Educação (Semed) participaram da etapa estadual com relato de suas práticas (projetos), de acordo com avaliação dos organizadores em projeto enviado via online (http://premioprofessoresdobrasil.mec.gov.br/).

Na fase regional, 39 professores do município disputaram com outros trabalhos pedagógicos nas categorias: Creches Municipais; Educação Infantil; anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano); e anos finais (6º ao 9º ano), mas apenas dois profissionais seguiraam para a fase final

Para a assessora pedagógica da Divisão de Avaliação e Monitoramento (DAM) da Semed, Santana Elvira Amaral da Rocha, o fato do município chegar a final do prêmio é um honra e reconhecimento ao trabalho feito nas unidades de ensino de Manaus.

23-11-.jpg1“A Semed vem acompanhando todas as etapas. Estamos muito felizes pelo resultado porque elas vão representar não apenas nosso Estado, mas a região Norte, o que mostra a relevância do trabalho pedagógico desenvolvido pela secretaria”, comemorou.

Educação infantil

Na categoria Pré-escola (Educação Infantil), a professora Michelle Nunes da Silva, do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Caio Carlos Frota de Medeiros, localizado no bairro Lago Azul, zona Norte, chegou a final com o projeto “Mãos na roda: recreação inclusiva no espaço escolar da educação infantil”.

De acordo com Michelle Nunes, o projeto teve início em março deste ano, por meio do Projeto Portas Abertas para Inclusão do Instituto Rodrigo Mendes – Educar para Incluir. Com um total de 40 crianças, sendo 20 da sala de recurso e 20 crianças da sala regular, que tem uma criança inclusa, a professora disse que passar para fase final mostra o reconhecimento de seu trabalho executado por meio do apoio dos pais, e da equipe de profissionais da escola.

“Ele (o projeto) vem trazer a discussão da inclusão na escola, como ela é feita, o que precisa melhorar. Não é só matricular e estar na sala, o aluno incluso tem o direito de participar de todo contexto escolar, independente de suas limitações. O projeto fez o Cmei entender, por isso está sendo destacado como a escola em que a inclusão é feita de direito e com qualidade”, salientou.

23-11-.jpg1.jpg2Ciclo de alfabetização (1º ao 3º ano)

Finalista com projeto “Histórias da Vovó Rufina”, da Escola Municipal Maria Rufina Almeida, bairro da Alvorada, zona Oeste, a professora Maristela Carvalho Barbosa, disse que o programa é desenvolvido com uma contação de história feita pela vovó, depois os outros professores trabalham em sala o assunto, onde uma turma fica responsável pela dramatização, enquanto os outros trabalham os conteúdos relacionados.

Segundo Maristela Carvalho, participam diretamente do projeto 35 alunos que vão se revezando durante todo o ano letivo, integrando todas as turmas da escola. Para ela, o fato de chegar na etapa final do prêmio foi motivo de orgulho uma vez que não esperava chegar tão longe.

“Fiquei emocionada, porque foi o resultado de um trabalho desenvolvido com seriedade, porque na verdade, isso já se tornou uma ação da escola, em que todos estão envolvidos. Procuramos trabalhar nos alunos a capacidade de ler, fazendo uma conexão com os assuntos das histórias que são contadas e o trabalho desenvolvido na sala de aula que são: recontar, dramatizar, reescrever, desenhar e expor para o grupo”, explicou.

Texto: Paulo Rogério
Foto: Cleomir Santos

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