06/11/18 | 17:02
Diretrizes da Educação Inclusiva da Semed são discutidas por Grupo de Trabalho

O Grupo de Trabalho (GT) Educação Inclusiva: Unidade na Diversidade, da Secretaria Municipal de Educação (Semed), promoveu um encontro, nesta terça-feira, 6/11, com o intuito de organizar, discutir e concluir ações a fim de elaborar a Diretriz Municipal de Educação Inclusiva. A reunião ocorreu no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), localizado no Mezanino do Shopping Manauara, na Avenida Mário Ypiranga, zona Centro-Sul de Manaus.

Foram debatidos os temas dos 19 subgrupos que formam o GT e trabalhadas questões como educação indígena, educação do campo, religião, entre outros. Uma vez encerrada as discussões, os temas serão encaminhados ao Conselho Municipal de Educação (CME) para homologação. “Quando fechar todo esse trabalho, as diretrizes serão levadas ao CME para futura aprovação e aí teremos, assim, as diretrizes da Semed”, afirmou a subsecretária de Gestão Educacional da Semed, Euzeni Trajano.

Ela ainda acrescentou que a importância de trabalhar com essas questões está pautada no pensar dos processos inclusivos de toda a rede, não apenas de uma camada.

“Hoje, por exemplo, temos um trabalho muito forte na inclusão de indígenas, dos estrangeiros. É preciso pensar como um todo. Aqui está sendo coletado o trabalho de cada grupo e as diretrizes serão concretizadas”.

Formado desde outubro de 2017, o GT tem como objetivo promover ações que fortaleçam a inclusão educacional, oportunizando o cumprimento das exigências legais, colaborando com o processo de respeito à diversidade humana e, há 30 dias, cada um dos subgrupos vêm elaborando seus textos para essa apresentação, como explicou a chefe do Departamento de Gestão Educacional (Dege), Marcionília Bessa.

”Esse grupo é formado por várias representatividades. Todas essas representatividades significam que a Semed já trabalha com esses processos inclusivos, mas de forma fragmentada e isso não nos fortalecia no sentido de garantir esse direito aos estudantes. Juntamos todas essas ações, formamos o GT e hoje estamos trabalhando na organização das diretrizes para a educação inclusiva na rede. Nos dividimos em 19 subgrupos e estamos há 30 dias trabalhando na produção desses textos para compor essas diretrizes”.

Para a assessora da Divisão de Ensino Fundamental (DEF), Lídia Helena, que trabalha com questões relacionadas à cultura afrobrasileira, a grande importância desse trabalho é levar esses trabalhos de forma mais consistente para a escola e para a sala de aula.

“Nosso objetivo agora é, ao mesmo tempo, demonstrar que esse trabalho está sendo feito e criar subsídio para que os nossos educadores entendam que a prática deles deve ser no sentido de acolhida dos estudantes e essa acolhida independe se ele tem dificuldades cognitivas, se ele é índio, branco, negro, justamente para acolher todas as diferenças”, concluiu.

 

Texto: Alexandre Vieira

Fotos: Cleomir Santos/ Semed

 

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