19/09/19 | 17:34
DDZ Sul encerra 2º edição do Circuito Scratch Day

A Divisão Distrital Zonal (DDZ) Sul, da Secretaria Municipal de Educação (Semed) encerrou nesta quinta-feira, 19/09, a 2ª edição do Circuito Scratch Day, com a participação de 29 unidades de ensino. A programação contou com aproximadamente 50 alunos, da Educação Infantil e do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, na sede da divisão, localizado no Complexo Municipal de Educação Especial, André Vidal de Araújo, zona Centro-Sul de Manaus.

O evento teve o objetivo de socializar as atividades desenvolvidas no Scratch Day, realizado de maio a agosto deste ano, nas 19 escolas da Divisão Sul, que aderiram ao projeto.  Além de apresentar as inúmeras possibilidades de aprendizagem que o software oferece, dentro da realidade tecnológica de cada unidade escolar.

A programação contou com sete estações com trabalhos pedagógicos realizados pelos alunos e suas respectivas escolas, como scratch júnior, pensamento computacional, computação desplugada, decodificação de códigos, desafio lógico, laboratório e robótica. No encerramento, os alunos ganharam uma certificação dos organizadores pela participação no encerramento do 2º circuito.

A chefe da DDZ Sul, Jecicleide Nascimento, disse que a Semed oferece esse suporte e recursos tecnológicos nas escolas, o que favorece ainda mais no desenvolvimento dos alunos, assim como as competências e habilidades de cada aluno em sala de aula.

“O scratch day é muito importante porque traz a linguagem de software, que mostra a capacidade dos nossos alunos de poder criar animações e suas histórias. Isso tudo é baseado dentro de uma linguagem de aprendizado que vem no dia a dia em sala de aula relacionado com a tecnologia”, declarou.

A professora Ana Paula Moreno, da Escola Municipal Thomás Meirelles, bairro Petrópolis, apresentou o projeto da escola “Scracht Júnior”, que envolveu aproximadamente 200 alunos ao 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental. Para ela, o trabalho há dois anos com o software alcançou bons resultados.

“A ferramenta chegou sendo uma novidade, um apoio à educação no dia a dia do professor em sala de aula. Nós usamos como produção de texto, montagem de quadros, onde o scracht tem movimento e é um atrativo para o aprendizado do aluno. Essa é a grande importância, é fazer o aluno produzir, escrever e está conectado com as tecnologias“, disse.

O aluno do 8º ano, Paulo Luan Amorim de Souza, 14, da Escola Municipal Vicente de Paula, bairro Japiinlândia, disse aprendeu muito com as atividades durante os três meses na escola, na Sala do Telecentro.

“Eu aprendi várias coisas, onde o scracht é outro mundo de tecnologia. Aprendemos a desenvolver projetos e a conviver mais com a tecnologia no dia a dia. O foco do projeto para mim, é que os alunos possam aprender mais, possam fazer criações de projetos e no futuro aprimorá-las”, completou.

O autônomo Luís Tadeu Bezerra de Araújo, 41, pai do aluno especial do 9º ano, Luís Felipe dos Santos Araújo, da Escola Municipal de Educação Especial André Vidal de Araújo, ficou feliz ao ver seu filho interagir com outros alunos, mas principalmente de participar da programação da escola.

“Para ele ajudou muito, porque desenvolveu muito mais o raciocínio dele. Ele aprendeu uma nova maneira de pintar e desenvolver a inteligência e gostei muito quando implantado na escola. Ele tem o costume de desenhar e esse scracht tem ajudado muito meu filho, que é autista”, finalizou.

Texto: Paulo Rogério
Fotos: Cleomir Santos

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