22/07/15 | 15:37
Alunos da Escola Municipal Antonina Borges participam de palestra sobre a evolução da luz elétrica

CS - 22-07-15 -  Palestra Luz(1)Alunos da Escola Municipal Antonina Borges, na zona Leste, conheceram a história e evolução da luz elétrica, na manhã desta quarta-feira, 22. A atividade faz parte do Programa de Visitação e Exposição de Cientistas às Escolas Municipais, vinculado ao Programa Ciência na Escola (PCE). A ideia do projeto é levar profissionais de áreas da ciência às escolas da rede para que compartilhem suas experiências com os alunos da rede, incentivando, desta forma, a iniciação à pesquisa no ambiente escolar.

O aluno Kevin Thiago, 13, do 7º ano, ficou surpreso ao descobrir que o nome do criador da lâmpada elétrica é Thomas Edison. “Eu não sabia que um cara chamado Thomas Edison foi quem criou a lâmpada. Infelizmente ele já morreu”, disse, bem humorado e afirmando que o aprendizado dessa maneira é melhor que em sala de aula. “Estamos aprendendo muita coisa nova”, completou.

A Evolução histórica da luz elétrica. EM. Antonina Borges. Fotos Cleomir (3)Em pouco mais de uma hora, o professor e mestre Claudemilson de Oliveira falou sobre a evolução da luz elétrica no mundo e mostrou algumas curiosidades sobre o tema. “Vocês sabiam que em 1851 o Barão de Mauá trouxe para o Rio de Janeiro a iluminação pública? Ela era obtida por meio de lampião à gás e na prefeitura da cidade tinha um funcionário contratado especificamente para acender esses lampiões que iluminavam as ruas”, contou.

A aluna Brenda Cristina Moura, 13, do 8º ano, também aprovou a aula e afirmou que aprendeu muito com a palestra. “Uma das coisas interessantes foi sobre o bairro do Mauazinho. Eu não sabia que o nome dele foi por causa do Barão de Mauá”, destacou.

Aprendizado
Raquel Vieira, coordenadora do Programa Ciência na Escola (PCE), da Escola Municipal Antonina Borges, sabe que programações como a desta quarta-feira despertam a atenção dos alunos. Para ela, a presença de um cientista de fora nas escolas torna o aprendizado do aluno mais prazeroso.

“É uma coisa nova. Se você comer frango todo dia, vai acabar enjoando. Assim ocorre com os alunos. Se eles ficarem todo dia em sala de aula, vão acabar entediados. O adolescente é agitado e gosta de coisa diferente. Então isso aqui para eles é um novo conhecimento e uma nova expectativa de aprendizado. Eles aprendem muito mais”, observou.

Texto: Thiago Botelho
Fotos: Cleomir Santos

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