03/01/19 | 15:21
Programa Escola do Adolescente é apresentado a profissionais da Semed

Foi apresentado, nesta quinta-feira, 03/1, na sede da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM), para chefes, gerentes pedagógicos e assessores das Divisões Distritais Zonais (DDZs), da Secretaria Municipal de Educação (Semed), as diretrizes do Programa Escola do Adolescente, lançado no final de 2018 pelo Governo Federal é que busca fortalecer o trabalho realizado nos anos finais do Ensino Fundamental.

Farão parte do programa 130 escolas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, sendo 72 do grupo 3 do Programa Mais Novo Educação, contempladas com 50% dos alunos inseridos no Bolsa Família, que ganharão um reforço do trabalho desenvolvido no Ensino Fundamental II, uma vez que a taxa de insucesso dos anos finais dobra em relação aos anos iniciais, de acordo com dados do Ministério da Educação (MEC).

A adesão ao Programa Escola do Adolescente poderá ser feita de 7 a 18 deste mês e deve ser realizada por uma plataforma disponibilizada no site do MEC. Para subsecretária de Gestão Educacional da Semed, Euzeni Araújo, o programa vai trabalhar o abandono escolar, buscando a melhoria do processo de ensino aprendizagem.

“Nesse programa, as escolas que hoje possuem o Novo Mais Educação, terão a obrigatoriedade de fazer a adesão e as demais escolas do 6º ao 9º ano poderão aderir sem essa obrigatoriedade”, comentou.

A chefe da Divisão de Apoio à Gestão Escolar (DAGE), Jussara Marques, destacou a importância do programa, principalmente pelo reforço aos outros programas de melhoria da qualidade do ensino municipal, já desenvolvido pela secretaria.

“O programa foi criado pela necessidade de preencher uma lacuna de política pública voltada para essa modalidade de ensino. Tudo isso foi pesquisado e observado pelo MEC e a ideia é colocar o adolescente no centro das atenções”, contou.

De acordo com a gerente pedagógica da DDZ Leste I, Marivalda de Souza, o programa é excelente para ajudar os alunos adolescentes que, nessa fase, passam por muitas transformações que acabam influenciando no rendimento escolar. “Sabemos que nossos índices do Ideb nos anos iniciais têm evoluído bastante, e percebemos que nos anos finais é preciso um olhar diferenciado”.

 

Texto: Paulo Rogério Veiga

Fotos: Cleomir Santos

 

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