12/03/19 | 8:42
Prefeitura realiza o Grid de Largada do Programa de Correção de Fluxo do Instituto Ayrton Senna

Com o objetivo de incentivar a participação dos pais e responsáveis na vida escolar dos filhos, com foco em obter melhores resultados na aprendizagem dos alunos da rede municipal de ensino, a Prefeitura de Manaus realizou nesta segunda-feira, 11/3, o Grid de Largada do Programa da Correção de Fluxo do Instituto Ayrton Senna (IAS). A ação foi organizada pela Divisão Distrital Zonal (DDZ) Sul, na Escola Municipal Professora Maria Lira Pereira, bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus.

A correção de fluxo acontece nos programas “Se liga e Acelera Brasil”, para alunos que estão em distorção até dois anos. O Se liga atende alunos com distorção idade-ano do 3º ao 5º ano que ainda não estão alfabetizados. Já o Acelera Brasil é a correção de fluxo para alunos com distorção idade-ano do 3º ao 5º ano acelerando em até dois anos,  regularizando a vida escolar do estudante. Essa ferramenta é uma forte aliada na elevação do  Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede a qualidade da Educação Básica, na qual Manaus está entre as 10 melhores capitais do país. 

Durante o Grid, pais, responsáveis, professores e alunos, participaram de dinâmicas motivacionais em grupo, utilizando vídeos temáticos. Ao final todos
puderam falar um pouco da experiência.

 De acordo com o gerente Pedagógico da DDZ Sul, Anderson Rodrigues, oito escolas desenvolvem o Programa e atendem a 224 alunos em distorção idade-ano e estarão empenhadas em sanar essa deficiência na educação onde o envolvimento dos pais é de extrema importância.

 “Essa é a primeira atividade desenvolvida pela DDZ que também tem como objetivo cumprir o tema do ano letivo desenvolvido pela Semed que é ‘Família e Escola: Todos responsáveis uns pelos outros’. Por isso, a participação dos pais ou responsáveis é super importante para o bom desenvolvimento educacional do aluno”, comentou Anderson.

 Para a dona de casa Luciele Rodrigues, mãe do aluno João Victor Rodrigues, que está em distorção, ele tem 14 anos e cursa o 4º do Ensino Fundamental, a manhã de atividades foi uma boa experiência e agora ela também vai poder ajudar o filho a avançar.

 “Essa iniciativa foi muito boa, na minha época de estudante era bem diferente e agora eu já sei como devo auxiliar meu filho em casa, ajudando nas atividades, cobrando e não se esquecendo de demonstrar o amor que eu tenho por ele”, disse a mãe.

 Os pais da aluna, Luane Souza, 11, também do 4º ano, não puderam participar da atividade, mas ela garantiu que ao chegar em casa vai explicar tudo o que foi falado durante a atividade. “Quando eu chegar em casa vou falar para a minha mãe sobre a reunião e que os pais precisam também se dedicar aos estudos dos filhos, cobrando e incentivando a frequentar todos os dias a aula”, afirmou a estudante.

 

Texto: Érica Marinho / Semed

Fotos: Cleomir Santos / Semed