13/06/18 | 12:16
Escola Municipal Maria Rufina promove 1ª Oficina dos Pais

Buscando aproximar cada vez mais as famílias do ambiente escolar e um maior comprometimento das mesmas no processo de ensino-aprendizagem do letramento, a Escola Municipal Maria Rufina, localizada no bairro Alvorada, realizou nesta quarta-feira, 13/6, a 1ª Oficina de Pais. A ação reuniu pais dos 64 alunos participantes do Programa Mais Alfabetização, nos turnos matutino e vespertino.

A atividade iniciou com uma acolhida aos pais, seguida do Hino Nacional e um momento chamado de Dinâmica de Afetividade, em que pais e filhos interagiam diretamente, com abraços, sorrisos, beijos, entre outras coisas. A gestora da unidade, Sandra Aguilar, explicou que é importante trabalhar essa aproximação entre família e escola.

“Foi tudo pensado com muito carinho, etapa por etapa. Nós observamos que já está surtindo algum efeito, só de observar a interação entre pais e estudantes. Porque a criança precisa ser acolhida e amada”.

Ela também acrescentou que a aproximação da família possibilita que passem a entender melhor o trabalho desenvolvido pela escola e, assim, cooperam mais com o processo educacional. “É de suma importância o estreitamento na relação entre pais e escola, porque o pai se sente parte da escola, aquele sentimento de pertencimento, porque às vezes o pai não tem orientação e, com esse suporte, ele entende o que está sendo realizado com o filho”.

Depois desse momento, ainda houve a palestra sobre a “Psicogênese da Língua Escrita”, ministrada por estudantes da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), seguida de orientações pedagógicas sobre a postura dos pais quanto ao ensino dos filhos e a presença da Vovó Rufina, contando estórias e interagindo com todos.

Para a mãe do estudante do 2º ano Thiago Coimbra de Souza, a universitária Onete Gonçalves, 34, o encontro foi ótimo por proporcionar um momento de intimidade não só entre as famílias, mas com a própria escola.

“Apesar de não gostar de reuniões escolares, eu amei essa, porque precisamos ter um tempo de qualidade com nossos filhos. Na correria, a gente acaba achando que não tem tempo, mas todos têm se quiserem. Se todas as escolas tivessem isso, teríamos um mundo melhor para os nossos filhos, com bons cidadãos”.

 

Texto: Alexandre Abreu

Fotos: Cleomir Santos/ Semed

 

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