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História da patrona do Cmei Professora Rita Veloso é apresentada a comunidade

sexta-feira, outubro 10th, 2014

A história da patrona do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Professora Rita Fonseca Veloso, localizado na Rua Atlético Paranaense, bairro Cidade de Deus, zona Norte, foi apresentada para a comunidade escolar, sexta-feira, 10. Rita Veloso foi professora da Secretaria Municipal de Educação (Semed), onde contribuiu ativamente para a educação no município de Manaus.

O Cmei completou um ano de criação no último dia 4 de outubro. A gestora da unidade, Teresa Vieira, comentou que a ideia de apresentar a história da patrona surgiu após vários alunos e pais perguntarem pela história da professora. “Os alunos queriam saber quem era esta professora, então fizemos essa apresentação para que a comunidade tenha conhecimento de quem é a patrona e porquê o Cmei recebeu o nome dela”, informou.

 

A irmã de Rita, professora Regina Fonseca Veloso, esteve presente na reunião e se emocionou ao ver a história da irmã sendo contada. “É uma honra imensa ter o nome da minha irmã em uma escola. Na cidade onde nascemos, Coração de Jesus em Minas Gerais, não tem nenhuma escola com nome de professores. Essa homenagem é um exemplo de reconhecimento pelo lindo trabalho que ela realizou para a educação”, disse, bastante emocionada.

A dona de casa Carmen Regina Souza, 35, é tia de um aluno da escola e ficou contente em saber que Rita Veloso era uma entusiasta da educação. “Antigamente o Cmei era anexo de uma escola, e quando se tornou independente recebeu o nome da professora. Nós não sabíamos quem era e nem por que tinham dado esse nome, mas hoje já tomamos conhecimento e estamos felizes em saber que Rita Veloso foi uma boa pessoa”.

Histórico

Rita Fonseca Veloso nasceu em 8 de julho de 1961 em Coração de Jesus, no Estado de Minas Gerais. Concluiu o Ensino Fundamental no Grupo Escolar Coronel Francisco Ribeiro em sua cidade natal. Graduou-se em Pedagogia pela Universidade Federal de Viçosa (MG) em 1990 e escolheu trabalhar pela alfabetização das crianças.

Em 1995 mudou-se para Manaus onde atuou como professora do curso de pedagogia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Participou, ainda, do grupo de professores que implantou o Centro de Excelência do Instituto de Educação do Amazonas (IEA) em 1199.

 

Em 2012, Rita ingressou na Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Manaus, como pedagoga. Trabalhou no Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Maestro Dirson Costa, no bairro Petrópolis, zona sul, na Escola Municipal Nilza Godoy e na Escola Municipal João Alfredo, na Redenção, ambos na zona oeste.

Ela também foi assessora pedagógica da Divisão Distrital Zonal (DDZ) 2. Em 2007 defendeu sua tese de mestrado e passou a lecionar pedagogia em várias universidades da cidade. Após 23 anos de magistério, Rita veio a falecer em 24 de maio de 2013, com 51 anos, vítima de câncer.

TEXTO: LUANA CARVALHO

FOTOS: CLEOMIR SANTOS

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

Assessoria de Comunicação

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Semed realiza 2° Seminário voltado ao Ensino Religioso

sexta-feira, outubro 10th, 2014

Com o tema ‘Valorização do Ensino Religioso e Adequação da Proposta Curricular às novas Legislações’, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) deu início a 2ª edição do Seminário de Professores de Ensino Religioso do Amazonas (Seperam), na noite desta quinta-feira, 9. A abertura das atividades aconteceu no auditório da secretaria, reunindo educadores de Ensino Religioso da rede municipal, da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), representantes de movimentos sociais, ONG’s e instituições religiosas.

A assessora de Ensino Religioso da Divisão de Ensino Fundamental (DEF) da Semed, Lídia Helena Oliveira, destacou que o objetivo da atividade é propor um espaço para debater a nova proposta pedagógica da disciplina de ensino religioso  atendendo as legislações existentes.

“O objetivo desta atividade é discutir e apresentar estudos, pesquisas voltadas a disciplina e, sobretudo, promover um espaço de debate sobre a nova proposta curricular do ensino religioso, para que partir daí possamos nos adequar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 9394/96 em seu artigo 33, que versa sobre a diversidade cultural e religiosa no Brasil. Essa legislação traz uma nova perspectiva do ensino religioso de trabalhar a disciplina fundamentada no princípio da alteridade, quer dizer, se colocar no lugar do outro na relação interpessoal, com consideração, valorização, identificação, dialogando com o outro e respeitando suas diferenças”, explicou Lidia.

No decorrer da programação, haverá palestras, mesas redondas, salas temáticas. As atividades acontecerão em salas e no auditório da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM). Dentre os temas  abordados está: “A diversidade religiosa  e o ensino religioso, a partir da ciência da religião, tradições religiosas amazônicas”, entre outros.

O professor de Ensino Religioso da Escola Municipal Francisca Pergentina, Gercino Miranda, destacou o simpósio como uma ideia positiva e um meio dos professores atualizarem seus métodos de aula. “Vejo a iniciativa como positiva, porque acredito que ela é um meio para nós professores dialogarmos nossas experiências e promovermos melhorias nas metodologias e nos recursos pedagógicos que utilizamos em sala de aula, visto que esta disciplina, assim como as outras, passa por transformações, por mudanças que precisam ser estudadas e discutidas por nós educadores constantemente”, mencionou o professor.

A abertura do seminário foi marcada pela palestra do Presidente do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (Fonaper), Adecir Pozzer. Em sua palestra, abordou a temática em questão, ressaltando a questão da multiculturalidade, da diversidade de crenças religiosas e como os professores devem trabalhar a disciplina, atendendo a nova proposta curricular.

“Discussões como essa possibilita um ambiente de socialização e debate em torno  da forma de trabalhar o ensino religioso. Para isso, venho propor um momento de discussão sobre essa nova proposta do novo modelo curricular para ensino religioso. Este é o foco desta atividade”, explicou Adecir.

O seminário será aberto também para estudantes, pesquisadores, representantes de movimentos sociais, professores de ensino religioso da rede pública e da rede privada e demais profissionais interessados no componente curricular de ensino religioso.  Segundo a coordenação do seminário, o evento deve contar com a participação de mais de 220 pessoas.

Ensino Religioso

Atualmente, existem 154 professores de ensino religioso, distribuídos em escolas da secretaria, que tenham a modalidade do 6º ao 9º ano.

 

Texto: Emerson Felipe

Fotos: Cleomir Santos

 

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

Assessoria de Comunicação

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Alunos lançam livros e organizam tarde de autógrafos no encerramento da Semana do Livro Infantil no Cmei Wilson Mota Reis

quinta-feira, outubro 9th, 2014

Alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Wilson Mota Reis, localizado no bairro Redenção, zona Centro-Oeste, realizaram apresentações artísticas na tarde desta quinta-feira, 9, para marcar o encerramento da Semana do Livro Infantil.

De acordo com a gestora da unidade, Berenice da Silva, foram trabalhados vários temas com os alunos durante a semana abordando a literatura, as lendas, parlendas e música.

“Todos os professores se empenharam para passar para os alunos um bom conteúdo, eles trabalharam as lendas, parlendas, textos literários, usaram o livro ‘O Leão e a Libélula’ como referência para trabalhar a história e, no final, todas as oito turmas produziram o livro deles mesmos, foi bem interessante”, informou.

A dona de casa Terezinha Dias de Almeida, mãe do aluno Ismael Dias, 6, informou que sempre que pode participa das atividades do filho na escola e acredita que trabalhos como este incentivam os alunos para a leitura.

“É uma aprendizagem a mais para os alunos, é um incentivo à leitura, mesmo que seja de uma forma mais descontraída, em forma de brincadeira, mas no fundo o aluno entende o que as professoras tentam passar, que é o incentivo para as histórias. Quando tem atividades como estas, o Ismael fica estudando em casa, decorando o que tem que apresentar e lendo os livros”, relatou.

A aluna Sarah Ester, 6, disse que gostou de aprender sobre a história infantil.

“Eu gostei fazer o livro, gostei de desenhar e gostei mais de aprender sobre as histórias infantis. Ainda aprendemos sobre dar autógrafos”, contou.

Autora do livro ‘O Leão e a Libélula’, Alessandra Karla Leite, participou do evento, conversou com os alunos e trocou ideias sobre o livro.

 “O retorno é muito especial, pois quando você escreve vai ganhando uma dimensão que você não imagina, no meu caso foi algo muito por realização pessoal. A aceitação do livro é boa e cada faixa etária entende de uma forma, os alunos conversaram comigo sobre como eles entenderam a história, que fala da amizade entre o leão e a libélula, que ele fica triste porque não pode voar e no final, depois de uma lágrima da libélula ele acaba ganhando asas. Por isso que pode ser trabalhada a questão da amizade, do amor, da diferença e da preservação da natureza”, relatou.

Leite ressaltou, ainda, a importância da aproximação do escritor amazonense com as crianças.

“É muito legal, fui aceita de uma forma muito pessoal e acredito que quando acontece esse tipo de convite acaba incentivando os alunos para o interesse da leitura, pois o livro marca a infância de uma pessoa”, finalizou.

Os alunos, junto, com a autora, ainda realizaram uma sessão de autógrafos nos livros que eles produziram.

 

TEXTO: João Pedro Figueiredo

FOTOS: Rodemarques Abreu

 

 

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

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Semed aplica avaliação de desempenho para 70 mil estudantes da rede municipal

quinta-feira, outubro 9th, 2014

Com um total de 77.536 mil alunos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou nesta quinta-feira, 9, a Avaliação de Desempenho do Estudante (ADE) em toda rede municipal de ensino. Os alunos do 2º, 3º, 4º e 8º ano do Ensino Fundamental passaram pelo exame. O resultado da avaliação deve sair de 15 a 20 dias.

A prova de caráter pedagógico reuniu 348 escolas municipais, equivalente ao 3º bimestre, e serviu para avaliar o aprendizado do alunado nas disciplinas de português e matemática, no início do ano letivo até agora.

Segundo a chefe da Divisão de Avaliação e Monitoramento (DAM) da Semed, Núbia do Socorro Pinto Breves, o diferencial da avaliação foi a proposta curricular da Secretaria e do Aprende Brasil da Positivo, com os alunos do 8º ano e mais 29 escolas, com estudantes do 2º e 4º ano.

“Nós estamos ajustando e avaliando a estrutura da prova neste ano, para que a mesma venha atender as expectativas da secretaria. A Semed trabalha, também, com a estrutura de análise dos resultados, procurando a cada avaliação melhorar o desempenho, já pensando no próximo ano”, contou. Ela informou que  haverá avaliação dos alunos do Programa de Aceleração de Aprendizagem (PAA), no dia 13 de outubro, e quatro escolas, que atendem o alunado indígena, dia 16 de outubro.

Cerca de 330 alunos da Escola Municipal Elvira Borges, bairro da Compensa, zona Oeste da cidade, participaram da avaliação da ADE da Semed. Para a professora Maria do Socorro Viana, a prova foi proveitosa e os alunos tiveram uma boa preparação para alcançar um bom desempenho.

“A preparação foi feita ao longo de todo bimestre. Nós preparamos os professores, alunos e identificamos os conteúdos que seriam trabalhados. A partir desta identificação, nós fizemos um trabalho sistematizado. Acredito que todos tiveram um bom desempenho, porque os alunos tiveram uma boa preparação, onde as faltas foram mínimas. Estou confiante em um bom resultado nesta avaliação.”, comentou.

Se preparando em casa e na escola, a aluna do 4º ano matutino, Rayssa Taylane, 11, acredita que fez uma boa prova, mas devido a sua dedicação de pegar os livros e estudar por várias horas.

“Acho que fui bem, porque estudei muito na minha casa, apesar de ter ficado nervosa. A parte mais difícil foi matemática, mas consegui superar. A professora me orientou e fiz tudo direitinho. Nós fizemos muitas tarefas para se preparar para hoje (quinta), por isso, não achei muito difícil.”, disse.

A Escola Municipal Firme na Fé, bairro Alvorada, é outra unidade que participou da prova. No total foram 680 alunos do 2º ao 4º ano, nos dois turnos. A aluna do 4º ano, Gabriele Alessandra, 10, não teve muita complicação de responder as questões de português e matemática, mas devido sua preparação em sua escola e fora do horário de aula.

“Minha prova foi fácil e divertida, porque tive os professores para ajudar na orientação de algumas dúvidas. Estudei bastante em minha casa para tirar boas notas nas duas matérias, além do mais faço o Programa Mais Educação, e tenho como reforço português e matemática, isso também ajudou muito na hora de responder”, contou.

Dados

Como preparação para a Avaliação de Desempenho do Estudante (ADE), a Semed realizou no mês de fevereiro a chamada avaliação diagnóstica, com 348 escolas e a participação de 78.743 alunos da rede municipal de ensino.

A avaliação da ADE no 1º bimestre ocorreu nos dias 5 e 6 de maio, com 348 unidades de ensino, com 80.182 estudantes. A prova do 2º bimestre reuniu 364 escolas, com um total de 108 mil alunos, no dia 6 de agosto.

A quarta avaliação da ADE deve ocorrer no mês dezembro.

TEXTO: Paulo Rogério Veiga
FOTO: Cleomir Santos

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Alunos de Cmei antecipam comemoração do Dia das Crianças em visita à Arena da Amazônia

quinta-feira, outubro 9th, 2014

O dia das crianças será comemorado no próximo domingo, 12, mas cerca de 200 alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Madre Ana Rosa Gattorno receberam presente antecipado, na manhã desta quinta-feira, 9. As crianças, de 4 a e 5 anos, da unidade fizeram uma visita à Arena da Amazônia, na zona centro-oeste de Manaus.

Todos uniformizados com camisa e boné da escola, os pequenos fizeram um piquenique no hall do estádio. Em seguida, guiados por instrutores da Fundação Vila Olímpica (FVO), conheceram toda a estrutura da praça esportiva.

“Eu achei muito bonito. Já tinha visto pela televisão, mas aqui é maior do que na TV”, disse Sophia Sanchez, de 5 anos.

A ideia de visitar a Arena da Amazônia, segundo a pedagoga do Cmei, Carla Nunes, surgiu pelo fato de que a maioria dos alunos não tiveram oportunidade de ir ao estádio nos jogos da Copa do Mundo. Ela explica, também, que o passeio faz parte das ações da semana da criança, que está sendo celebrada no Madre Ana Rosa Gattorno desde segunda-feira.

“Na nossa festa junina juntamos verba para proporcionar uma semana da criança bem diferente do cotidiano da escola. Desde segunda-feira, estamos fazendo atividades diferentes como banho de piscina. A culminância será nesta sexta-feira, 10, com uma festa na escola. Durante os festejos, sempre fazemos um passeio. Já fomos ao Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), no Bosque da Ciência e este ano, tivemos a oportunidade de vir aqui na Arena. É importante porque durante a Copa do Mundo eles não puderam vim aqui por questões financeiras mesmo. Então, como esse evento foi tão falado e celebrado, resolvemos oportunizar esse momento para eles”, explicou.

Concentradas, as crianças ouviam atentamente as explicações dos guias da Arena sobre as cores das cadeiras, o formato de cesta do estádio. O aluno Felipe Siqueira, de 6 anos, disse que queria poder jogar bola com os “coleguinhas” no campo da Arena da Amazônia. “Eu achei muito bonito. Se tivesse uma bola aqui eu queria brincar com meus colegas, mas a professora disse que não pode pisar na grama”, disse.

Ao final do passeio, os alunos puderam tirar foto à beira do gramado do estádio. O aluno, Cauã Machado, de 5 anos, disse que gostou da oportunidade, porque gosta muito de futebol. Durante a visita, ele mostrou ser conhecedor das regras do esporte e explicava para os amigos o significado da bandeira de escanteio, da rede do gol, as cores escuras e claras no gramado. “Em frente a bandeirinha o jogador coloca a bola para bater o escanteio e a rede é para o jogador marcar o gol”, falava.

A dona de casa Darlene de Freitas foi acompanhar o filho Gabriel, 5, na visita à Arena da Amazônia. Segundo ela, o menino passou a semana inteira lembrando que na quinta-feira iria visitar o estádio e confessa que não estava muito empolgada em acompanhar a criança, mas que gostou muito da visita.

“Não sou muito fã de futebol. Vim acompanhar meu filho que é viciado no Flamengo, mas confesso que gostei bastante. Não sabia que era tão bonito. Foi um presente para ele e para mim também”, afirmou.

TEXTO: Thiago Botelho

FOTOS:Lton Santos

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Semed conclui o 4º módulo da Formação de Saberes Indígena na Escola

quarta-feira, outubro 8th, 2014

Lideranças de diversas etnias e professores indígenas da rede municipal de ensino participaram na tarde desta quarta-feira, 8, do encerramento do 4º Curso de Formação Saberes Indígenas na Escola, promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A atividade aconteceu na sede da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM) da secretaria e reuniu cerca 50 educadores de escolas indígenas e espaços culturais.

A proposta da ação é promover a formação continuada de professores indígenas no processo de alfabetização, respeitando suas línguas maternas e seus processos próprios de aprendizagem, bem como oferecer subsídios para a elaboração de material didático diferenciado, de forma a cumprir a legislação brasileira da Educação Escolar Indígena.

Neste módulo foi trabalhado o tema “Produção Textual Indígena”. A atividade teve início na segunda-feira, 6. Durante o encontro, os professores retrataram  suas respectivas etnias ou comunidades por meio de trabalhos e exposições.

No decorrer da qualificação foram confeccionados livros com histórias infantis indígenas no contexto cultural de cada etnia existente, com objetivo de fazer o resgate da cultura dos respectivos indígenas. A gerente da Educação Indígena da Semed, Meire Lane de Oliveira, explicou o trabalho pedagógico realizado no curso que, ao todo, terá seis módulos.

 “Este projeto iniciou este ano. Ele pode ser denominado como Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) Indígena, porque também visa trabalhar a alfabetização, mas para o aluno indígena. Ele tem a finalidade trazer ferramentas e metodologias para se trabalhar a alfabetização nas escolas e espaços indígenas. No decorrer do curso os educadores produziram pequenos livros voltados para alunos indígenas de 3 a 8 anos. O projeto é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi)”, relatou a gerente.

Arnaldo Baré, professor da Escola Indígena Municipal Yayumbwewa Rendawa Maku Arú Waimi, antiga Escola Municipal Três Unidos, que participou desde o primeiro módulo mencionou o que está achando da ação. “Este curso vem ampliar nossos horizontes, vem nos ajudar a valorizar, ainda mais, a nossa cultura, o nosso dialeto, nossos costumes, entre outros. Estou achando ótimo a trocas de experiências e os novos conhecimentos que estou adquirindo”, destacou o professor.

A Ufam disponibiliza os profissionais que ministram o curso, material didático e alimentação aos participantes. A formadora do 4º módulo, Jonise Nunes Santos, enfatizou a importância da confecção dos livros que foram produzidos nesta etapa do curso.

“A ideia de produção de materiais, que é um dos objetivos desta formação, vem para efetivar o direito do ensino especifico e diferenciado para alunos indígenas. Sem esse material didático direcionado para alunos indígenas fica um tanto difícil este estudante ter acesso à cultura e sua identidade, visto que todo conhecimento indígena é oral, ou seja, o aluno só vai conhecer se alguém contar ou se ele tiver um recurso didático. Portanto, este módulo é de extrema importância para revitalizar a língua indígena”, descreveu a formadora.

Os últimos módulos acontecerão nos meses de março e abril de 2015.

TEXTO: Emerson Felipe

FOTOS: Cleomir Santos

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Escola municipal apresenta peça teatral e implanta programa para incentivar a leitura

quarta-feira, outubro 8th, 2014

Em comemoração à Semana do Livro Infantil, a Escola Municipal Anita Garibaldi, no Zumbi, zona Leste, realizou na manhã desta quarta-feira, 8, a peça teatral “O rapto das princesas”, no pátio da unidade. A apresentação lúdica contou com a participação de 21 alunos do 5º ano do Ensino Fundamental.

 

A ação faz parte do Programa de Melhoria da Biblioteca Escolar, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), por meio da Gerência de Atividades Complementares e Programas Especiais (Gacpe). Durante o mês de outubro, as escolas municipais realizarão apresentações culturais para a divulgação da literatura infantil e incentivo à leitura na rede de ensino.

 

“É uma atividade na semana do Dia da Criança, mas será realizada todo esse mês nas escolas municipais. Nós estamos acompanhando esse trabalho junto as divisões distritais de todas as zonas. Cada unidade vai fazer sua apresentação, mas de acordo com a programação da escola”, comentou a coordenadora do Programa de Melhoria da Biblioteca Escolar da Semed, Silene Batista.

Com pouco mais de uma semana de ensaios em sala de aula, com duas horas de duração, a professora Naylane Dutra fez uma adaptação da peça teatral, não apenas visando à apresentação cênica, mas principalmente o aprendizado dos alunos sobre a literatura infantil.

 

“O intuito da peça com as crianças é estimular a leitura e conhecer um pouco mais sobre a literatura clássica, além de fazer uma comparação do que é o fictício e realidade. O importante é que todos trabalharam juntos, dedicaram-se e procuraram aprender sobre os personagens da literatura local, ou seja, o importante é a prática constante da leitura”, disse.

 

Aluno do 5º ano matutino, Juan Carlos, 11, foi o narrador da peça teatral. Ele destacou que durante a programação os colegas da escola tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a literatura.

 

“A peça foi muita divertida e estimula o aluno a ler sobre a literatura e conhecer seus personagens. Eu gosto de ler muito gibis e livros de história em casa.”, revelou.

 

Lançamento

 

Na oportunidade, a diretora da Escola Municipal Anita Garibaldi, Lilia Monteiro de Aguiar, anunciou o lançamento do programa 5S Literatura. A meta é melhorar o desempenho dos alunos do 1º ao 5º ano. Segundo a gestora, foi diagnosticado uma performance não satisfatória nas disciplinas de português e matemática, nas provas da Avaliação de Desempenho do Estudante (ADE), realizadas no 2º bimestre.

 

“Os nossos alunos não foram bem, devido à leitura e interpretação de texto. Nós vamos implantar esse projeto para que nossas crianças possam melhorar esses itens. Os professores irão fazer todos os dias leitura em sala de aula, além de textos narrativos, dissertativos, ler histórias em quadrinhos, texto informativo, entre outros. A partir disso, os alunos vão ter mais conhecimento para ler e escrever.”, explicou.

 

 

Texto: Paulo Rogério Veiga

Fotos: Cleomir Santos/Semed

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Gestores da DDZ norte se reúnem para esclarecer dúvidas e trocar experiências de gestão

terça-feira, outubro 7th, 2014

Gestores de 68 escolas da Divisão Distrital Zonal Norte (DDZ 3)  se reuniram com técnicos e representantes da Secretaria Municipal de Educação (Semed), na tarde desta terça-feira, 07, com a finalidade de esclarecer dúvidas e apresentar novos métodos de gestão. O encontro aconteceu no auditório da Escola Municipal Jornalista Sabá Raposo, situada no Bairro Terra Nova, zona norte da cidade.

No encontro foi discutido possíveis melhorias nas escolas e foram repassadas  informações pertinentes à gestão escolar nas unidades que estão situadas na DDZ Norte. Os assuntos tratados na ocasião foram relacionados à infraestrutura, a questões administrativas e pedagógicas.

O gestor da Escola Municipal Raimundo Almeida Lúcio, Marco Aurélio, que acompanha as reuniões desde o início destacou que a partir das reuniões foram possíveis vários avanços em  sua unidade.

“A partir dessas reuniões conseguimos restabelecer o funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado das 20 salas de aula, como também a melhoria da parte elétrica e o problema que tínhamos na merenda escolar. Portanto, acho estes encontros são muito válidos e relevantes para bom andamento das atividades das escolas”, mencionou Marco.

A chefa da DDZ Norte, Maria Jane Selma, explicou que a partir das reuniões mensais a secretaria já conseguiu identificar alguns problemas e constatar diversos resultados.

“Este é o momento em que nós que estamos à frente de setores estratégicos da secretaria temos a possiblidade de conhecer um pouco sobre a realidade e as necessidades das escolas para que a partir daí possamos tomar as devidas providências. É momento também que serve para trocarmos experiências e constatar resultados. O que nos deixa feliz é que cada mês conseguimos viabilizar e visualizar resultados. Ainda não sanamos tudo, mas a ideia é essa”, apontou a chefa da divisão.

 

Texto: Emerson Felipe

Fotos: Cleomir Santos

 

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Mais de 500 pessoas iniciam curso de informática pelo Projeto Comunidade Digital

terça-feira, outubro 7th, 2014

A Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), deu início na manhã desta terça-feira, 7, a quinta etapa do Projeto Comunidade Digital, que está disponibilizando  cursos de informática básica e avançada para mais de 500 pessoas, entre servidores da pasta, alunos e comunitários do entorno das escolas que tenham acima de 14 anos de idade.

O curso, que tem carga horária de 80h, terá duração de 27 dias e será ministrado nos Telecentros de 21 unidades de ensino da prefeitura, em todas as zonas da cidade, além de uma turma na sede da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM/Semed) e outra no laboratório de informática da Divisão Distrital Zonal 6.

Na Escola Municipal Ana Sena Rodrigues, localizada no bairro Novo Israel, zona Norte, jovens e adultos se juntam em uma turma de 22 alunos, todos com o mesmo objetivo, aprender e se qualificar para o mercado de trabalho.

O jovem Marlison Rodrigo Silva, 19, informou que terminou os estudos e está procurando um emprego, mas encontra dificuldades por não ter um curso de informática.

“Esse curso é bom, ajuda jovens como eu  que não têm a oportunidade de pagar e estão precisando da qualificação para buscar emprego. Já tenho conhecimento de informática, mas agora vou ter a oportunidade de ter um certificado”, contou.

Maria da Glória também quer aproveitar o curso para entrar no mercado de trabalho. Ela informou que não tem nenhum conhecimento em computadores.

“Não sei nada de informática e quero trabalhar. Acredito que tendo um curso de informática básica já é um grande início, aprender alguma coisa”, disse.

A industriária Suely Vieira Braga informou que ficou sabendo do curso pela filha, que estuda na mesma escola.

“Achei ótima essa oportunidade que estão nos dando, pois estava querendo fazer (o curso), mas não tinha tempo e um curso deste é muito caro, é um valor alto e agora podemos fazer gratuito. Fiquei sabendo pela minha filha durante uma reunião aqui na escola, dei meu nome e agora me chamaram. Vou aproveitar a oportunidade para me reciclar para o mercado de trabalho”, informou.
Em funcionamento desde o ano passado, o Projeto Comunidade
Digital já certificou mais de 6,5 mil pessoas, ajudando-as a melhorar seus currículos e inseri-las no mercado de trabalho e incluindo-as no mundo digital.

“A ideia principal é a inclusão digital das pessoas, aproximar a comunidade da escola e possibilitar a melhoria do currículo de quem participa. Nesse período, já escutamos diversos relatos de pessoas que tinham dificuldade de adentrar no mercado de trabalho, mas com o enriquecimento do currículo, hoje estão empregadas”, falou Arthur Cesar Pimentel, que faz parte da equipe de coordenação dos Telecentros da Semed.

TEXTO: Thiago Botelho e João Pedro Figueiredo

FOTOS: Rodemarques Abreu

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Oito escolas da rede municipal recebem certificação por projeto de inclusão

terça-feira, outubro 7th, 2014

Oito escolas da rede municipal de educação foram certificadas pelo projeto Portas Abertas para a Inclusão, nesta terça-feira, 7, em cerimônia na Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM), localizada na Rua Maceió, bairro Parque 10, zona Centro-Sul. O certificado foi conferido pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef),  Fundação Barcelona e Instituto Rodrigo Mendes.

Além dos depoimentos dos professores que participaram da formação, apresentações musicais e danças, executadas por alunos da rede, emocionaram os participantes. Ao todo, 234 profissionais de todo o País participaram da formação, sendo 64 de Manaus, como explicou o tutor do curso, Sérgio Nogueira, da Gerência de Tecnologia Educacional (GTE) da Semed.

“A formação ocorreu durante oito meses e foi dividida em dois polos. Os professores do Instituto Rodrigo Mendes e alguns convidados relataram experiências, ministraram aulas e conteúdos programados que estavam dentro da formação, de modo online. Após esse momento, nos reuníamos em sala, debatíamos o assunto exposto e realizávamos algumas atividades que estavam sendo propostas naquele momento”, contou Sérgio.

Coordenador de Formação do Instituto Rodrigo Mendes, Luiz Henrique de Paula disse que o programa começou em 2010, na África do Sul, e a ideia é deixar um legado social após a Copa do Mundo. “No Brasil, abordamos o tema da inclusão dos estudantes com deficiência na escola regular utilizando a educação física, tendo em vista que existem vários professores que ainda têm medo ou não possuem capacitação para incluir os alunos nessa disciplina”.

Para Luiz Henrique, os educadores da capital amazonense souberam aproveitar a formação e desenvolveram projetos bem sucedidos. “Pensando em Manaus, foram projetos interessantes. Eles entenderam a mensagem, compraram a ideia e desenvolveram projetos justamente nessa perspectiva da educação física ser uma disciplina que une”, complementou.

Experiências de inclusão

Como parte do processo de finalização do curso, os professores tiveram que apresentar projetos sobre o tema para serem implementados nas escolas.  As oito escolas certificadas apresentaram seus projetos e já estão desenvolvendo-os com êxito.

A professora da sala de recurso multifuncional da Escola Municipal Waldir Garcia, Danielle Coelho, apresentou o projeto de atletismo inclusivo e comentou sobre a importância da capacitação.

“Esse projeto foi muito importante para a escola porque uma das barreiras era a inclusão dos alunos na educação física. Apesar de trabalharmos com a inclusão há 10 anos, tínhamos um professor muito resistente no assunto, mas a partir das aulas e da implantação do projeto na escola, essa dificuldade foi superada e podemos complementar o trabalho de inclusão e vencer essa barreira”.

Na Escola Municipal Lírio do Vale, o projeto Jogos Cooperativos, criado pelos professores durante a fase final da capacitação, também já está sendo desenvolvido. A professora Juliana Alencar comentou sobre a execução da atividade.

“Pensamos nos Jogos Cooperativos para que houvesse a cooperação e integração das crianças deficientes com os alunos do ensino regular. Nós já fazíamos o trabalho com a classe especial, mas com a educação física ainda não. Então, foi a partir do projeto Portas Abertas que tivemos a inclusão dos alunos no esporte e isso é muito importante para o desenvolvimento global dessas crianças”.

Escolas que participaram do projeto ‘Portas abertas para a Inclusão’:

Escola Municipal Professora Maria Lira Pereira (DDZ Sul)
Escola Municipal de Educação Especial André Vidal de Araújo (DDZ Sul)
Escola Municipal  Waldir Garcia (DDZ Sul)
Escola Municipal  Firme na Fé (DDZ Oeste)
Escola Municipal  Lírio do Valle (DDZ Oeste)
Escola Municipal  Antônio Matias (DDZ Sul)
Escola Municipal  Maria Leide Amorim (DDZ Rural)
Escola Municipal Francisco Nunes da Silva (DDZ Leste 2)

TEXTO: LUANA CARVALHO

FOTOS: CLEOMIR SANTOS

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Educação (Semed): 92 3632-2054