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Escola Lucila Freitas promove a VIII edição da Expobiodiversidade

sexta-feira, novembro 7th, 2014

A Escola Municipal Lucila Freitas, localizada no bairro Colônia Santo Antônio, realizou na tarde sexta-feira a VIII edição da Expobiodiversidade. Neste ano, o tema escolhido pela unidade foi “Amazonas na Copa”, que destacou a fauna e flora do Amazonas e a cultura dos países que jogaram na Arena da Amazônia no período da Copa do mundo de 2014. Professores, responsáveis e comunitários prestigiaram o evento.

 

A atividade aconteceu por meio de explanações, cartazes, faixas, banners que demostraram a danças, cultura, religião, economia, a geografia e culinária da região amazônica e dos países: Japão, Camarões, Estados Unidos, Espanha, Suíça e Croácia. O trabalho foi desenvolvido por 780 alunos do 1º ao 9ª ano e do Programa de Aceleração da Aprendizagem.

 

O trabalho de pesquisa começou a ser desenvolvido deste o início do ano letivo, explicou a professora de história, Lilian Cristina.

 

“A princípio, no mês de fevereiro os alunos realizaram pesquisas em livros, na internet, fotografias, jornais e recortes de temas relacionados ao tema. No mês de maio foi feita a divisão destas pesquisas por turmas e depois tiramos um momento para os alunos estudarem as explanações que foram feitas. Por fim, produzimos o material visual para exposição”, explicou.

 

A gestora da unidade escolar, Mariete de Souza, destacou os avanços alcançados com a ação. “Com esta ação, que já tem 8 anos, percebemos um maior empenho de nossos alunos no decorrer do ano letivo. Melhorou o comportamento em sala de aula e o índice de aprovação. Além disso, verificamos que nossos alunos passaram a ter uma visão crítica sobre determinados assuntos”, contou a gestora.

 

Para o aluno do 7º ano, Paulo Rodrigo, que participou da atividade pelo  segundo ano, a Expobio é um meio mais rápido de absorver conteúdos. “Aprendi sobre a Região Amazônica e sobre outros países”, expressou.

 

Alexsander Ruy Lima, aluno do 8º ano, disse que a Expobio lhe trouxe conhecimento. “Aprendi que cada país tem a sua cultura, a sua identidade e os seus costumes e que na Amazônia existe uma grande extensão de floresta e de animais”, ressaltou.

 

TEXTO: Emerson Felipe

FOTO: Cleomir Santos

Projeto de Horta Escolar beneficia 600 alunos e garante HTP para professores

sexta-feira, novembro 7th, 2014

A Escola Municipal Nilton Lins, zona Norte, oferece aos 600 alunos da unidade aulas práticas de noções de plantio de mudas por meio do projeto da Horta Escolar. A inciativa modelo acontece devido ao cumprimento da Hora de Trabalho Pedagógico (HTP) dos professores de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental da unidade escolar, conforme aprovado em lei em maio deste ano.

A HTP deve ser usado pelo professor para refletir sobre a prática docente, planejar as aulas e participar de formações.

O pedagogo da escola, professor Walfredo Rego, explica que a ideia serviu para resolver duas problemáticas de uma única vez: possibilitar a HTP dos docentes e ensinar os alunos a terem respeito e familiaridade com o meio ambiente, ou seja, enquanto os estudantes estão nas aulas práticas, os professores estão em Hora de Trabalho Pedagógico.  Além disso, as verduras plantadas ajudam a incrementar a merenda escolar.

“Hoje nossos alunos comem na merenda frutas e verduras plantadas aqui na horta da escola. Na semana passada, comemos um mingau de banana delicioso. Acredito que essa ideia foi inovadora, pois unimos o útil ao agradável desenvolvendo uma atividade extracurricular interessante e importante, que ao mesmo tempo possibilita que o professor tenha seu HTP”, afirmou Rego que além de profissional da educação é envolvido com as causas ambientais do Estado, inclusive com cinco livros publicados sobre o tema.

A ideia da horta nasceu em 2013, mas a partir do início deste ano que ganhou força por meio da parceria da escola com a Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) e Instituto Federal do Amazonas (Ifam), que ofertaram as mudas e conhecimento técnico e teórico de plantação, além de verba do Programa Mais Educação que possibilitou a compra de ferramentas, terra preta e adubos.

Era um espaço ocioso

A horta da escola Nilton Lins está instalada na lateral do prédio, num espaço com mais de 100 metros quadrados. O local tem plantas ornamentais, medicinais e frutíferas. No mês de setembro foram plantadas 12 árvores entre açaí, acerola, manga e cupuaçu. Além destas, tem pé de tomate, abóbora, cheiro verde, cebolinha, pimentão, chicória e repolho. Os professores e alunos tomam chá de capim santo colhido no próprio jardim da escola.

“O espaço era ocioso e utilizamos para algo interessante. Infelizmente, vivemos uma época que as crianças não têm simpatia nenhuma com as coisas da terra e aqui nós os ensinamos a gostar e valorizar o meio ambiente. Hoje eles passam e dizem: essa árvore fui eu quem plantei”, observou o diretora da escola, José Augusto Prazeres.

O responsável pelas aulas práticas é o professor Williams Cunha, do 3º ano, que também é técnico agrícola. Ele explica que o aprendizado é feito em dois momentos. Em sala de aula os estudantes aprendem a teoria, conhecem os tipos de plantas e adubo, e na horta eles colocam em prática o conteúdo aprendido.

“Aqui na horta é a hora da prática e eles adoram. Muitos deles só viam essas verduras no supermercado, mas hoje têm contato semanal com elas. Os próprios alunos que cuidam das plantas. Eles aprenderam a semear e cuidar. É um trabalho bem bacana e muito deles estão apaixonados”, afirmou.

O aluno Klaymon Araújo, 9, aprendeu, na escola, como fazer todo o processo de semeadura, desde cavar até regar com água. Ela contou que na casa de sua avó, plantou uma parreira que já está dando uvas.

“Eu cuidei dela igual como aprendi aqui e ela já está dando fruta. Eu gosto de cuidar de plantas. Perto da minha casa tem um pé de tomate e eu todo dia vou lá regar”, disse.

Isabelly Christine, do 3º ano, ensinou como se planta uma árvore. “Primeiro faz o buraco no chão, mas não pode ser muito fundo. Depois coloca a semente, cobre com terra preta e rega com água. Todo dia tem que regar senão ela morre de sede”, contou.

TEXTO: Thiago Botelho

FOTO: Lton Santos

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Alunos do curso de idiomas da Semed participam de Mostra Gastronômica

sexta-feira, novembro 7th, 2014

A culinária dos Estados Unidos, Inglaterra, Chile, Espanha foram apresentadas, na noite desta quinta-feira, 6, no Hall da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM), em Mostra Gastronômica. Apresentação foi feita por alunos do Programa Ampliando Horizonte, da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Mais de 200 pessoas, entre professores, gestores de escolas municipais e familiares de estudantes dos cursos idiomas da secretaria prestigiaram o evento.

A mostra teve a finalidade de apresentar o trabalho desenvolvido durante 2014, por meio de pesquisas gastronômicas dos países que utilizam como língua materna o inglês e o espanhol. A coordenadora do Programa Ampliando o Horizonte, Socorro Araújo, explicou que o evento foi uma excelente oportunidade dos alunos conhecerem a cultura de outros países e apresentarem o que aprenderam durante o curso de idiomas.

“O evento é uma proposta de interação cultural e prática do idioma, porque ao mesmo tempo que alunos aprenderem sobre as comidas típicas dos países aqui trabalhados, aperfeiçoem o que aprenderam em sala de aula”, disse.

A atividade aconteceu como uma competição com a finalidade de analisar qual seria o melhor prato entre os degustados. Para isso, sete equipes se dividiram, formando mais uma, somando assim 14 turmas, que apresentaram um prato por vez para os seis jurados que avaliaram os pratos. A cada apresentação eram avaliados os itens de criatividade, organização, oralidade, domínio e degustação, por professores de inglês e espanhol e também um profissional experiente da área de gastronomia.

Os pratos apresentados na Mostra Gastronômica foram o Fish And Chips, de origem inglesa, Las Tapas, conhecido na Espanha, a Paella trazido da Espalha, o Hot Dog, dos Estados Unidos, o American Pie, também do EUA, o prato Empanadas Chilenas, de origem espanhol e Pancakes.

Para aluna do 2º modulo de inglês, Shirliane de Oliveira, a mostra gastronômica é uma forma bem interessante de aprender a língua inglesa.

“Achei um máximo esta mostra, porque pude sair um pouco da monotonia de sala de aula e, com ela, inevitavelmente, aprendi ainda mais sobre a língua inglesa, ou seja, ela me instigou a me interessar e encantar mais pela cultura inglesa”, confessou a aluna.

Um dos focos da mostra também foi proporcionar aos alunos que participassem direta ou indiretamente da atividade a conquista de uma nota extra na disciplina, em qualquer um dos dois cursos. Sobre isso, a aluna Izabel Serudo, mencionou que pontos serão bem vindos.

“Além de adquirir conhecimento, pretendo conseguir alguns pontos para compor a minha nota no fim do modulo. Por isso estou confiante e dei o meu melhor”.

Texto: Emerson Felipe

Fotos: Rodemarques Abreu

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

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1º Workshop das Ocas do Conhecimento Ambiental reúne órgãos para discutir saberes em espaços sustentáveis

sexta-feira, novembro 7th, 2014

Com o objetivo de discutir a forma de se trabalhar educação ambiental em espaços não-formais, foi realizada na noite desta quinta-feira, 6, a abertura do 1º Workshop Ocas do Conhecimento Ambiental. O evento, promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), que tem parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Vara Especializada do Meio Ambiente e de Questões Agrárias do Estado do Amazonas (Vemaqa) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA), teve como tema ‘Socializando saberes na construção de espaços ambientais sustentáveis’ e aconteceu no auditório da Semed, zona centro-sul de Manaus.

A subsecretária de gestão educacional da Semed, Ana Falcão, destacou a importância do trabalho das Ocas nas comunidades e a realização do primeiro workshop.

“Esse evento é muito importante porque vem socializar o trabalho desenvolvido pelas Ocas do Conhecimento, que tem como principal função a disseminação de saberes, de informação a respeito da educação ambiental. Esse tema já é trabalhado nas escolas como tema transversal, mas a diferença da Oca é que ela trabalha com a comunidade, é um espaço que eles podem se apoderar para tomar conhecimento e fazer a mudança na sua própria comunidade no seu próprio meio. Os comunitários se tornam mais participativos na questão do meio ambiente, se tornar mais responsável”, informou.

A coordenadora das Ocas do Conhecimento Ambiental, Gina Gama, ressaltou o trabalho nos espaços não-formais.

“O objetivo principal desse 1º workshop é discutir com as entidades que trabalham como o meio ambiente, professores da área de ciências, assessores de educação ambiental das escolas, a forma de se trabalhar educação ambiental nesses espaços não-formais de educação. Buscar, ainda, envolver a comunidade como um todo em questões socioambientais para que se preocupem no seu dia a dia e percebam que esse tema está mais presente em sua vida como eles pensam, seja na forma de entupimento de esgoto, coleta de lixo ou em outra situações do cotidiano”, relatou.

Destaque na primeira noite do workshop, a professora doutora Edna Maria Ramos de Castro, da Universidade Federal do Pará (UFPA), foi a palestrante convidada.  O tema da palestra foi o “Meio Ambiente e Sustentabilidade nos Espaços Não-Formais”, onde ela abordou o tema de forma mundial e como ele pode ser trabalhado com o apoio da população.

“Discutimos a noção de desenvolvimento e meio ambiente, pensando nas questões do desenvolvimento local, nos espaços melhores de sustentabilidade, nesses espaços não-formais. A proposta de trabalho nos bairros que possa integrar desenvolvimento e meio ambiente, uma reflexão de uma forma mais larga, não apenas na forma local, pois o tema é discutido no mundo inteiro. Destacamos ainda o trabalho das Ocas que é muito interessante, pois é voltado para a comunidade, para um povoado, onde se pode criar uma sintonia e um desdobramento de experiência. Pode ser desenvolvido em outros locais”, informou.

O 1º Workshop Ocas do Conhecimento Ambiental continua nesta sexta-feira, 7, com mesa redonda, fórum de discussão e exposição dos trabalhos desenvolvidos pelas Ocas durante o decorrer do ano.

Ocas

Projeto idealizado pela Vara do Meio Ambiente e de Questões Agrárias (Vemaqa), administrado pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), a Oca do Conhecimento Ambiental tem como finalidade desenvolver ações socioeducativas utilizando a educação não formal, com alunos no contraturno das aulas regulares, além de dar apoio e fortalecimento no tema de educação ambiental, voltado para o público escolar e para a comunidade em geral. As Ocas surgiram de uma ação da Justiça, como forma de compensar algum dano causado por pessoas ou empresas ao meio ambiente.

TEXTO: João Pedro Figueiredo

FOTOS: Cleomir Santos

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DDZ Norte da Semed realiza oficina “Brincando, eu aprendo”

sexta-feira, novembro 7th, 2014

Com objetivo de socializar material de suporte para o desenvolvimento de atividades relacionadas ao movimento, a Divisão Distrital Zonal Norte (DDZ 3), da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou na manhã desta sexta-feira, 7, a oficina “Brincando, eu aprendo!”. A principal ideia do encontro é a implantação da Miniolimpíadas no ano que vem, com a participação dos 23 Centros Municipais de Educação Infantis (Cmeis) da divisão.

Realizado no auditório da Escola Municipal Jornalista Sabá Raposo, bairro Manoa, zona Norte, a oficina contou com a participação das pedagogas das 23 unidades de ensino da modalidade. O encontro contou também com a presença de professores das escolas e da DDZ.

A coordenadora de Educação Infantil da DDZ 3, Sandra Sampaio, disse que  o principal objetivo da oficina é a realização da Miniolimpíadas, que contará com a participação das crianças dos 23 Cmeis. Por isso, ela explica a realização da oficina como suporte técnico e pedagógico as pedagogas.

“As educadoras estão participando da oficina, para aprender a importância dessas atividades, mas que possam ser feitas com materiais acessíveis e até recicláveis. A ideia é que essas atividades estejam incluídas no cotidiano da escola, onde a criança tenha conhecimento do seu corpo, da coordenação motora ampla, de trabalhar a motricidade do ouvir, do modo de aguardar, porque a criança antes de aprender a ler e escrever tem que passar pela prática do ouvir e do seu próprio corpo”, concluiu.

Com atividades similares, dentro da proposta da oficina, a pedagoga Marlete Alfaia, do Cmei Professora Rita Mourão, no Manoa, que atende 472 crianças, ressaltou a importância das informações da oficina e da futura Miniolimpíadas como suporte pedagógico.

“Os Cmeis já desenvolvem atividades lúdicas com as crianças. Essa oficina é muito boa, porque vamos sair da teoria e vivenciar na prática. Essa troca de conhecimento e experiência vai ser aplicada nas escolas. A equipe da DDZ e da Semed tem essa preocupação de fazer com os pedagogos esse encontros, que depois repassam aos professores, e posteriormente são feitos com as crianças”, explicou.

Outra pedagoga que fez questão de afirmar a boa iniciativa, foi Cláudia Aleixo da Silva Monteiro, do Cmei Denival Leite de Oliveira Júnior, localizada no Terra Nova 2. Com um público escolar de cerca 225 crianças, a educadora disse que qualquer atividade é bem vinda para o desenvolvimento escolar.

“Quero agradecer a oportunidade da divisão de colocar em prática a teoria da educação infantil, mostrando que é importante que as crianças aprendem a prática. Essas atividades vão aprimorar o trabalho educacional, onde as professoras dos Cmeis já fazem atividades similares na escola. Levo essas informações para escola e vamos procurar adequar o trabalho com nossa realidade escolar, mas tudo em prol do bom desempenho escolar”, disse.

Programação

A palestrante do tema “Brincando, eu aprendo!” foi a professora de Educação Física, Sally Ataíde, idealizadora da Miniolimpíadas da Creche Municipal Eliana de Freitas Moraes, no Riacho Doce, zona Norte.

A oficina contou com a participação dos alunos da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), do Programa de Iniciação a Docência (PIBID’s). Na ocasião, foram feitos relatos de experiências voltadas às expressões corporais, que possibilitam movimentação ampla, além da interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura.

Texto: Paulo Rogério Veiga

Fotos: Cleomir Santos

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

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Escolas da rede municipal participam da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Amazonas

quinta-feira, novembro 6th, 2014

Os projetos e recursos tecnológicos desenvolvidos por alunos e professores da rede municipal de ensino estão fazendo parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Amazonas. O evento iniciou nesta quinta-feira, 6, no Clube do Trabalhador (Sesi), na  zona Leste, e segue até sexta-feira, 7.

A Semed participa do evento com seis stands, 26 projetos, e um total de 103 alunos da Educação Infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental.

O encontro é uma realização do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e conta com a colaboração do setor público e privado, de fundações de apoio à pesquisa, entidades e instituições de ensino, divulgação e pesquisa, além de secretarias estaduais e municipais, em especial de Ciência e Tecnologia (C&T) e Educação.

“Estamos mostrando para toda a sociedade o que os alunos desenvolvem nas escolas, com apoio de toda a coordenação pedagógica”, explicou a coordenadora do Programa Ciência na Escola (PCE) da Semed e da comissão da Semana Nacional, Socorro Freitas Gonçalves.

A Escola Municipal Moacir Elias de Araújo, do bairro Val Paraíso, zona Leste, fez a exposição do projeto da Lego “Natureza transformadora”, desenvolvido com 55 alunos e há dois anos na unidade.

“Esse projeto mostra que o homem veio com suas máquinas devastando a floresta e transformando tudo em cidade. Apesar dessa transformação do homem pelo seu mecanismo, houve benefícios, mas também prejuízos”, explicou a professora Lucilene Sá Menezes.

Com o projeto “Brinquedo sustentável”, a Escola Municipal Irmã Dulce, localizada na comunidade São Sebastião, bairro Petrópolis, zona Sul, movimenta cerca de 400 alunos do 1º ao 5º ano.

“A partir dos brinquedos, as crianças trabalham de forma interdisciplinar o conceito de meio ambiente e como lidar com resíduos que iriam para lixo. Essa é uma função lúdica e pedagógica”, informou a professora Glaucia Florêncio.

Um dos expositores do projeto “Brinquedo sustentável”, o aluno do 5º ano, Fabrício Cauan de Lima, 11, ficou feliz de mostrar as outras pessoas o resultado da pesquisa dele e dos colegas. Segundo ele, o aprendizado sobre o meio ambiente será levado para o resto da vida.

“Nós observamos que o nosso bairro, o São Sebastião, tem muito lixo. Nós tivemos muitas ideias de brinquedos, como a torre numérica, o boliche silábico e numérico. Todos são feitos de garrafas pet e vieram por meio de uma ação social.”, comentou.

Nos dois dias da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Amazonas, a expectativa é que cerca de 350 alunos da rede municipal de ensino visitem o evento. Além disso, três escolas da rede vão participar com apresentações culturais aos visitantes.

No mesmo período da Semana Nacional no Sesi, quatro unidades de ensino da rede, com projetos desenvolvidos do Programa Ciência na Escola (PCE), estão participando da Feira de Ciências da Amazônia.

TEXTO: Paulo Rogério Veiga

FOTO: Lton Santos

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Cmei Denival Leite realiza feira cultural e científica

quinta-feira, novembro 6th, 2014

Cerca de 250 alunos participaram, nesta quinta-feira, 6, da 2º Feira Cultural e Científica do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Denival Leite, localizado na Rua Taraguá, Colônia Terra Nova, zona Norte. As lendas, fábulas e mitos da região amazônica foram tema da feira. A abertura do evento foi marcada por uma encenação teatral da lenda da mandioca.

 

Dentro das salas, os alunos fizeram apresentações de danças e contação de histórias. A lenda do boto-cor-de-rosa, do guaraná, vitória-régia, açaí e da grande cobra grande Boiuna foram apresentadas aos visitantes. A gestora da unidade, Karina Ruiz Gonçalves, comentou sobre o desenvolvimento da atividade.

 

“Tivemos um grande suporte que foi o livro do Programa de Ensino Sistematizado das Ciências (PESC), que já tem o conteúdo para trabalhar com as lendas. Trabalhamos no decorrer da semana com atividades do livro, contação de histórias e confecção dos materiais com a ajuda dos pais”, explicou.

 

A pedagoga da unidade, Cláudia Aleixo, informou que as atividades lúdicas exercitam a criatividade dos alunos da educação infantil. “Trabalhando a criatividade essas crianças aprendem muito, o ensino é pratico, lúdico e palpável. Onde ela pode ver e sentir o que está estudando e aprendendo Eles gostam muito da brincadeira de encantar e representar, quem trabalha numa escola de educação infantil sabe que é exatamente isso, trabalhar criatividade”.

 

Avô de um aluno da escola, o aposentado Nivaldo Dias, 59, prestigiou a feira e comentou sobre a relevância do tema. “Achei tudo muito organizado e bonito. É muito importante ensinar nossas lendas amazônicas para a nova geração. A escola está de parabéns e a comunidade também, que sempre colabora e interage com as atividades”.

 

TEXTO: Luana Carvalho

FOTO: Rodemarques Abreu

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Projeto desenvolvido com êxito em escola do município terá metodologia publicada em livro

quinta-feira, novembro 6th, 2014

Um projeto desenvolvido na Escola Municipal Nilza Godoy, no bairro de São Jorge, zona Oeste, tem facilitado o processo de aprendizagem dos alunos. É o “Letramento com letras na Educação Infantil: contar, cantar, brincar e encantar”, realizado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O trabalho foi aprovado na instituição de ensino e, por conta de seus resultados, um livro com artigos científicos será lançado sobre o assunto.

Elaborado pela assessora pedagógica da Semed, Jacy Alice Grande, e pela pesquisadora da Ufam, Raiolanda Magalhães Pereira, o projeto é realizado por meio do Programa Atividade Curricular de Extensão (Pace) da Ufam. O objetivo é expandir a metodologia para mais 12 escolas municipais em 2015.

“O projeto visa desenvolver a linguagem oral e escrita através de outros suportes de linguagem como a pintura, música, poesia, interações e brincadeiras, pautado pela proposta da secretaria. No ano que vem vamos juntar todas as informações que estamos coletando e publicaremos um livro com essa experiência”, comentou Jacy.

De acordo com a assessora pedagógica, as crianças da Educação Infantil se desenvolvem mais rápido por meio de atividades lúdicas. “Observamos que às vezes a teoria é distante da prática do professor.

Mobilizar os professores a aderirem à nova proposta foi uma vitória. As crianças estão evoluindo em cada etapa de desenvolvimento e, hoje, temos alunos de três anos que já formam sílabas”.

A turma do 1º período, regida pela professora Lurdes Mota, é um dos exemplos de que o programa tem dado certo. “O projeto veio somar com meu trabalho. Estamos superando as dificuldades que tínhamos na sala de aula e estamos promovendo essa mudança do ensino tradicional a partir de um novo modelo de ensino. As crianças aprendem melhor porque usamos métodos do universo delas. Resgatamos músicas e as colocamos em forma de texto até chegarmos ao processo de letramento”.

Mãe do aluno Yan Samuel, do maternal 3, a dona de casa Adriana Costa Silva contou que o filho teve um grande avanço na aprendizagem. “Ele começou a estudar esse ano, mas já sabe escrever o nome e já identifica as letras. O mais legal é que quando ele chega em casa, quer continuar estudando e fazendo atividades”, contou.

Texto: Luana Carvalho

Fotos: Cleomir Santos

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Manaus sedia pela primeira vez Encontro Nacional de Conselhos de Educação

quinta-feira, novembro 6th, 2014

Cerca de 700 conselheiros municipais de educação de todo o Brasil participaram, na noite desta quinta-feira, 5, da abertura do 24º Encontro Nacional da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), realizado pela primeira vez na cidade de Manaus. Nesta edição, o evento discute o Plano Nacional de Educação (PNE) como articulador do sistema nacional.  O encontro segue até a esta sexta-feira, 7, no centro de convenções do Manaus Plaza Shopping.

 

A presidente do Conselho Municipal de Educação (CME) de Manaus, Elaine Ramos, informou que as discussões nortearão a elaboração da nova proposta curricular do município. “Nós temos uma lista temática bem abrangente para trabalhar, como as metas do PNE em relação à Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e a importância dos conselhos para os municípios no processo democrático. Esse encontro em Manaus vem fomentar a melhoria para que possamos atingir melhores índices de educação no Amazonas”.

O PNE foi aprovado em junho deste ano e a Secretaria Municipal de Manaus (Semed) já está trabalhando na produção do documento, de acordo com o secretário municipal de educação, Humberto Michiles. “Estamos trabalhando na elaboração do plano municipal, que vai nos dar o rumo, estabelecer uma rota para que possamos ter um documento norteador da política de educação em Manaus. Vamos nos reunir com especialistas, técnicos de educação e com a sociedade para que possamos construir um documento que tenha consistência, conteúdo e, sobretudo, uma perspectiva de alcançar melhorias na educação”.
A secretária de educação básica do Ministério da Educação (MEC), professora Maria Beatriz Luce, comentou sobre os avanços nos índices educacionais. “É uma melhoria importante. O PNE foi intensamente debatido durante muito tempo e estamos extremamente satisfeitos por podermos fazer este realinhamento de longo prazo na política nacional de educação básica. Estamos contentes com o resultado de Manaus e o apoio das secretarias tem sido muito importante”.

 

Luce informou, ainda, que o plano será formulado através de dois eixos principais: a valorização do magistério, com investimento em formações, e a recuperação de uma política curricular nacional, que se estrutura a partir das diretrizes curriculares produzidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Durante as elaborações dos planos, a equipe do MEC acompanhará todas as escolas do País, públicas e privadas, para verificar propostas e projetos político-pedagógicos.

 

Diretora do Conselho Municipal de Educação de Manacapuru (AM), professora Sandra Maira Magalhães, acredita que o evento vai ser importante para que os conselheiros compartilhem experiências e discutam novos meios pedagógicos para a educação no Amazonas.

 

“É muito importante a troca de ideias para que tenhamos inovações na educação de nossos municípios e Estado. Para Manacapuru, por exemplo, é de grande importância, pois nos dá uma grande dimensão do que temos que atingir e atender, com novas ideias que vêm favorecer o ensino da nossa cidade”.

 

UNCME

A União Nacional dos Conselhos Municipais de  Educação (UNCME) é o órgão de representação nacional dos Conselhos Municipais de Educação e tem o objetivo de promover a união e estimular a cooperação entre os Conselhos Municipais de Educação. Além disso, a UNCME busca soluções para os problemas educacionais comuns  e  diferenciados  dos  municípios brasileiros; articula-se  com órgãos públicos e  privados,  tendo  em  vista  o  alcance  dos  objetivos educacionais e constitucionais; representa os Conselhos Municipais de Educação perante os poderes públicos, e estimula a educação como um dos instrumentos de redução das desigualdades sociais.
Texto: Luana Carvalho
Fotos: Rodemarques Abreu

 

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Semed realiza olimpíada para promover ensino de matemática

quinta-feira, novembro 6th, 2014

Para promover o ensino de matemática de forma prazerosa, os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede municipal de ensino participaram da disputa final da 5ª edição da Olimpíada de Matemática da Educação de Jovens e Adultos (Olimeja), nesta quarta-feira, 5. A final teve a participação  de 30 alunos, que foram submetidos a provas com 15 questões. Os melhores colocados receberam troféus e medalhas. A atividade teve início com 5.470 alunos de 96 escolas da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

No decorrer do evento houve espetáculos teatrais e musicais.  Alunos do Grupo Curumim na Lata do Centro de Artes Anibal Beça da Semed participaram da programação.

Atividade, que já faz parte do calendário da secretaria desde do ano de 2009, é realizada em três fases entre julho, setembro e novembro, respectivamente. A primeira ocorreu nas escolas. A segunda foi disputada por quatro alunos de cada Divisão Distrital Zonal e envolveu 282 participantes. Para a fase final, 30 alunos foram classificados, explicou o chefe da Gerencia de Jovens e Adultos, Mauro Brito.

“A finalidade real desta ação é motivar os professores a trabalhar a disciplina de matemática de forma dinâmica, utilizando um método simples e ao mesmo interessante, próximo da realidade dos alunos do ensino noturno de modo que torne a matéria atrativa e prazerosa”, disse o gerente.

Na edição deste ano, participaram alunos da 3ª fase do 1ºsegmento do EJA, que corresponde ao 1º e 5º do ensino regular e a 5ª fase do 2º segmento, equivalente ao 8º e 9º ano do ensino fundamental.

O gerente falou também que atividade é relevante, porque com ela os alunos passam a ter um espirito de competição e se dedicam mais pela disciplina. “Esta atividade é importante para que alunos comessem a ter o espírito de competividade e, sobretudo, passem a ver a disciplina com outros olhos e mais próxima do seu dia a dia. Esta mudança de pensamento é visível pelo aumento de participantes a cada ano da Olimeja e pelo desempenho escolar conquistado pelos estudantes que participam ação”, salientou.

O aluno finalista da Escola Municipal Raimundo Theodoro Botinelly,Leandro José, expressou seu sentimento por ter chegado a fase final da Olimpíada de Matemática.  “Estou muito feliz por está aqui e consciente que mereço, porque durante esses últimos cinco meses me dediquei e empenhei bastante. Só por este fato já me considero um vencedor”, contou o finalista.

Os conteúdos que compõem as provas escritas são baseados em cima da proposta curricular dado em sala de aula, ou seja, os assuntos que constam nas provas fazem parte dos assuntos trabalhados no decorrer do ano letivo.

A professora da Escola Municipal José Sobreiro, situada na zona ribeirinha da cidade, Rosangela Barros, destacou a ação como positiva. “Apoio esta ação, porque a vejo como uma forma de incentivar os alunos do ensino noturno a sentir um interesse maior pela disciplina. Vejo empenho em sala de aula, nas provas, e isso reflete nas notas bimestrais e, consequentemente, na aprendizagem”, destacou.

Além dos troféus e medalhas ao primeiro e segundo lugar, houve entrega de troféu para a torcida mais animada e sorteios de brindes a todos os participantes do evento.

TEXTO: Emerson Felipe

FOTOS: Rodemarques Abreu

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