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Crianças indígenas da rede municipal de ensino participam de atividades recreativas

sexta-feira, outubro 10th, 2014

Mais de 50 crianças indígenas, alunas da rede municipal de ensino, participaram do ‘Brincadeiras de Curumins e Cunhantãs’, nesta sexta-feira, 10, às margens do Lago do Tarumã Açu, na Comunidade Inhãa-Bé. Participaram do evento em homenagem ao Dia das Crianças, as comunidades INhãa-Bé, Rouxinol, Watchimaucu, Sahu-Apé, Apurinã, Gavião e alunos das escolas municipais Santo André e Paulo César da Silva Nonato.

Antes das brincadeiras começarem, o grupo musical Kuiá deu as boas-vindas aos participantes com canções e o hino nacional na língua Tikuna. Logo depois, iniciaram as atividades. Divididas por comunidades, as equipes competiram nas modalidades de futebol, natação no rio, canoagem, corrida de saco e corrida com colher e limão.

Tiago Almeida, de 9 anos, da etnia Tikuna, lembrou que participou da brincadeira no Dia das Crianças do ano passado. Mesmo morando na zona urbana, ele afirma que prefere se divertir na comunidade junto a seus amigos índios. “Aqui nós brincamos de tudo. Eu prefiro vir para cá. Na capital, tem muita coisa, mas aqui é melhor porque tem rio que dá para nadar, brincar”.

Isaias Cruz, 11, que mora na comunidade Inhãa-Bé, adora futebol e é fã de Ronaldinho Gaúcho. “Nós sempre jogamos futebol aqui na comunidade. É muito legal a diversão com meus colegas”, comenta.

A gerente de Educação Escolar Indígena da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Meire Lane Araújo, explicou que o evento foi uma iniciativa da própria comunidade e tem dois objetivos específicos: comemorar o Dia das Crianças e fazer a interação entre os povos indígenas da região do Tarumã-Açu.

“Ao mesmo tempo em que reúne as comunidades indígenas do Tarumã-Açu, ele também vai agregar outras etnias da área urbana e ribeirinha. É uma homenagem às crianças e ao fortalecimento da cultura indígena”, explica.

Visita

A comunidade indígena Apurinã, que fica no bairro do Mauazinho, na zona urbana de Manaus, participou da atividade. A professora Jéssica Batista trouxe os alunos do Centro Cultural Apurinã para conhecerem como é viver em uma aldeia, já que eles são índios que vivem no meio da cidade. “Em uma comunidade urbana a gente não tem essa experiência que os povos que vivem em aldeia têm. Estamos aqui em busca do resgate de nossa cultura, de nossa fala. Por isso, essa festa é tão importante”.

TEXTO: Thiago Botelho

FOTOS: Lton Santos

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Educação (Semed): 92 3632-2054

Professores do EJA participam de oficina em libras

sexta-feira, outubro 10th, 2014

Os professores da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal de Educação Especial André Vidal de Araújo, estão participando de uma oficina de libras para aprimoramento da língua portuguesa dos alunos.  A formação iniciou na noite desta quinta-feira (9) e encerrará nesta sexta-feira (10).  A unidade atende 65 alunos surdos no período noturno.

De acordo com a formadora Kelly Isabelle de Oliveira Silva, a oficina é voltada para a escrita e compreensão da disciplina de língua portuguesa. “O surdo naturalmente apresenta dificuldade na língua portuguesa, porque o fato de não ouvir implica no desenvolvimento da compreensão do português. Então vamos ensinar algumas técnicas e aprimoramento do trabalho pedagógico, com uso de muitas imagens, para que os professores trabalhem novas metodologias com os alunos que apresentam dificuldades”.

Até o final do ano, mais quatro oficinas serão promovidas na unidade. Para a professora Ana Gláucia Beltrão, além de conhecer novas técnicas, as formações motivam os professores. “Eu acho muito importante participarmos dessas capacitações. Isso acrescenta mais conteúdo e nos ajuda a esclarecer algumas dúvidas. Além disso, o professor sente um gás a mais para executar o que é ensinado nas oficinas”.

As capacitações são ministradas pelos assessores pedagógicos do Complexo Municipal de Educação Especial (CME) André Vidal de Araújo. O gestor da unidade, Helivan Pinheiro, comentou sobre as oficinas. “Primeiro foi feito um diagnóstico sobre as necessidades dos professores. Os assessores pedagógicos notaram essa necessidade de formação em libras e fizeram um calendário onde nós estamos sendo contemplados. Isso muito nos alegra porque o professor precisa estar aprimorando os conhecimentos com dinâmicas, atividades e novas metodologias”.

Texto: Luana Carvalho

Fotos: Rodemarques Abreu

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

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Trezentos alunos participam do encerramento da Semana do Livro Infantil

sexta-feira, outubro 10th, 2014

Trezentos alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Irmã Serafina Cinque, Comunidade São Francisco – Tarumã, zona Oeste da cidade, participaram nesta sexta-feira, 10, do encerramento da Semana do Livro Infantil e das comemorações ao Dia da Criança (12 de outubro).

A programação contou com a participação de professores, responsáveis e pais dos alunos. Como parte das atividades da semana, foi apresentada a peça “O príncipe desencantado”, uma das ações do projeto Mais Cultura, do Governo Federal, desenvolvido  com a comunidade escolar.

Para um melhor entendimento dos alunos sobre a importância da semana literária, os professores fizeram um trabalho com alguns escritores, tais como Cecília Meireles, Tiago de Melo, Ana Peixoto, além das obras de Monteiro Lobato, entre outros autores.

Segundo o diretor da escola, José Francisco, as crianças fizeram pequenas apresentações teatrais para outros colegas, com duração de 30 minutos. Houve também o trabalho pedagógico dos professores de explicar sobre as especificidades de cada autor.

“Nós tivemos todo um trabalho e planejamento durante o mês de setembro, sempre de maneira antecipada, com a presença da comunidade. Estamos saindo um pouco dos livros e vestindo as crianças com indumentária, roupas, figurino e levando tudo isso para comunidade conhecer o nosso trabalho. Essas atividades acontecem dentro e fora da escola”, explicou.

O professor responsável pelo projeto Mais Cultura, Ivan Basten, teve a oportunidade de trabalhar com os alunos a peça teatral “O príncipe desencantado”, fazendo uma ligação entre o teatro e o aprendizado da literatura infantil.

“Nós trabalhamos a parte dos autores, para que os alunos conhecessem suas poesias e fizessem a encenação para outros estudantes. Procuramos falar dos autores de uma forma teatral e dinâmica. Os alunos também tiveram a chance de ensaiar espetáculos de curta para que todos consigam entender a literatura, sem ficar apenas no livro. A ideia é que expandam o horizonte e a imaginação”, salientou.

Avó de quatro alunos, sendo duas meninas e dois meninos, Neuza dos Santos, 64, moradora da comunidade São Francisco, disse que a escola presta um serviço muito grande com o evento, repassando conhecimento sobre os autores da literatura infantil. “É ótimo esse momento aqui, porque as crianças vão se desenvolver ainda mais com esse assunto”.

Texto: Paulo Rogério Veiga

Fotos: Cleomir Santos

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História da patrona do Cmei Professora Rita Veloso é apresentada a comunidade

sexta-feira, outubro 10th, 2014

A história da patrona do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Professora Rita Fonseca Veloso, localizado na Rua Atlético Paranaense, bairro Cidade de Deus, zona Norte, foi apresentada para a comunidade escolar, sexta-feira, 10. Rita Veloso foi professora da Secretaria Municipal de Educação (Semed), onde contribuiu ativamente para a educação no município de Manaus.

O Cmei completou um ano de criação no último dia 4 de outubro. A gestora da unidade, Teresa Vieira, comentou que a ideia de apresentar a história da patrona surgiu após vários alunos e pais perguntarem pela história da professora. “Os alunos queriam saber quem era esta professora, então fizemos essa apresentação para que a comunidade tenha conhecimento de quem é a patrona e porquê o Cmei recebeu o nome dela”, informou.

 

A irmã de Rita, professora Regina Fonseca Veloso, esteve presente na reunião e se emocionou ao ver a história da irmã sendo contada. “É uma honra imensa ter o nome da minha irmã em uma escola. Na cidade onde nascemos, Coração de Jesus em Minas Gerais, não tem nenhuma escola com nome de professores. Essa homenagem é um exemplo de reconhecimento pelo lindo trabalho que ela realizou para a educação”, disse, bastante emocionada.

A dona de casa Carmen Regina Souza, 35, é tia de um aluno da escola e ficou contente em saber que Rita Veloso era uma entusiasta da educação. “Antigamente o Cmei era anexo de uma escola, e quando se tornou independente recebeu o nome da professora. Nós não sabíamos quem era e nem por que tinham dado esse nome, mas hoje já tomamos conhecimento e estamos felizes em saber que Rita Veloso foi uma boa pessoa”.

Histórico

Rita Fonseca Veloso nasceu em 8 de julho de 1961 em Coração de Jesus, no Estado de Minas Gerais. Concluiu o Ensino Fundamental no Grupo Escolar Coronel Francisco Ribeiro em sua cidade natal. Graduou-se em Pedagogia pela Universidade Federal de Viçosa (MG) em 1990 e escolheu trabalhar pela alfabetização das crianças.

Em 1995 mudou-se para Manaus onde atuou como professora do curso de pedagogia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Participou, ainda, do grupo de professores que implantou o Centro de Excelência do Instituto de Educação do Amazonas (IEA) em 1199.

 

Em 2012, Rita ingressou na Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Manaus, como pedagoga. Trabalhou no Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Maestro Dirson Costa, no bairro Petrópolis, zona sul, na Escola Municipal Nilza Godoy e na Escola Municipal João Alfredo, na Redenção, ambos na zona oeste.

Ela também foi assessora pedagógica da Divisão Distrital Zonal (DDZ) 2. Em 2007 defendeu sua tese de mestrado e passou a lecionar pedagogia em várias universidades da cidade. Após 23 anos de magistério, Rita veio a falecer em 24 de maio de 2013, com 51 anos, vítima de câncer.

TEXTO: LUANA CARVALHO

FOTOS: CLEOMIR SANTOS

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Semed realiza 2° Seminário voltado ao Ensino Religioso

sexta-feira, outubro 10th, 2014

Com o tema ‘Valorização do Ensino Religioso e Adequação da Proposta Curricular às novas Legislações’, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) deu início a 2ª edição do Seminário de Professores de Ensino Religioso do Amazonas (Seperam), na noite desta quinta-feira, 9. A abertura das atividades aconteceu no auditório da secretaria, reunindo educadores de Ensino Religioso da rede municipal, da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), representantes de movimentos sociais, ONG’s e instituições religiosas.

A assessora de Ensino Religioso da Divisão de Ensino Fundamental (DEF) da Semed, Lídia Helena Oliveira, destacou que o objetivo da atividade é propor um espaço para debater a nova proposta pedagógica da disciplina de ensino religioso  atendendo as legislações existentes.

“O objetivo desta atividade é discutir e apresentar estudos, pesquisas voltadas a disciplina e, sobretudo, promover um espaço de debate sobre a nova proposta curricular do ensino religioso, para que partir daí possamos nos adequar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 9394/96 em seu artigo 33, que versa sobre a diversidade cultural e religiosa no Brasil. Essa legislação traz uma nova perspectiva do ensino religioso de trabalhar a disciplina fundamentada no princípio da alteridade, quer dizer, se colocar no lugar do outro na relação interpessoal, com consideração, valorização, identificação, dialogando com o outro e respeitando suas diferenças”, explicou Lidia.

No decorrer da programação, haverá palestras, mesas redondas, salas temáticas. As atividades acontecerão em salas e no auditório da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM). Dentre os temas  abordados está: “A diversidade religiosa  e o ensino religioso, a partir da ciência da religião, tradições religiosas amazônicas”, entre outros.

O professor de Ensino Religioso da Escola Municipal Francisca Pergentina, Gercino Miranda, destacou o simpósio como uma ideia positiva e um meio dos professores atualizarem seus métodos de aula. “Vejo a iniciativa como positiva, porque acredito que ela é um meio para nós professores dialogarmos nossas experiências e promovermos melhorias nas metodologias e nos recursos pedagógicos que utilizamos em sala de aula, visto que esta disciplina, assim como as outras, passa por transformações, por mudanças que precisam ser estudadas e discutidas por nós educadores constantemente”, mencionou o professor.

A abertura do seminário foi marcada pela palestra do Presidente do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (Fonaper), Adecir Pozzer. Em sua palestra, abordou a temática em questão, ressaltando a questão da multiculturalidade, da diversidade de crenças religiosas e como os professores devem trabalhar a disciplina, atendendo a nova proposta curricular.

“Discussões como essa possibilita um ambiente de socialização e debate em torno  da forma de trabalhar o ensino religioso. Para isso, venho propor um momento de discussão sobre essa nova proposta do novo modelo curricular para ensino religioso. Este é o foco desta atividade”, explicou Adecir.

O seminário será aberto também para estudantes, pesquisadores, representantes de movimentos sociais, professores de ensino religioso da rede pública e da rede privada e demais profissionais interessados no componente curricular de ensino religioso.  Segundo a coordenação do seminário, o evento deve contar com a participação de mais de 220 pessoas.

Ensino Religioso

Atualmente, existem 154 professores de ensino religioso, distribuídos em escolas da secretaria, que tenham a modalidade do 6º ao 9º ano.

 

Texto: Emerson Felipe

Fotos: Cleomir Santos

 

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Alunos lançam livros e organizam tarde de autógrafos no encerramento da Semana do Livro Infantil no Cmei Wilson Mota Reis

quinta-feira, outubro 9th, 2014

Alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Wilson Mota Reis, localizado no bairro Redenção, zona Centro-Oeste, realizaram apresentações artísticas na tarde desta quinta-feira, 9, para marcar o encerramento da Semana do Livro Infantil.

De acordo com a gestora da unidade, Berenice da Silva, foram trabalhados vários temas com os alunos durante a semana abordando a literatura, as lendas, parlendas e música.

“Todos os professores se empenharam para passar para os alunos um bom conteúdo, eles trabalharam as lendas, parlendas, textos literários, usaram o livro ‘O Leão e a Libélula’ como referência para trabalhar a história e, no final, todas as oito turmas produziram o livro deles mesmos, foi bem interessante”, informou.

A dona de casa Terezinha Dias de Almeida, mãe do aluno Ismael Dias, 6, informou que sempre que pode participa das atividades do filho na escola e acredita que trabalhos como este incentivam os alunos para a leitura.

“É uma aprendizagem a mais para os alunos, é um incentivo à leitura, mesmo que seja de uma forma mais descontraída, em forma de brincadeira, mas no fundo o aluno entende o que as professoras tentam passar, que é o incentivo para as histórias. Quando tem atividades como estas, o Ismael fica estudando em casa, decorando o que tem que apresentar e lendo os livros”, relatou.

A aluna Sarah Ester, 6, disse que gostou de aprender sobre a história infantil.

“Eu gostei fazer o livro, gostei de desenhar e gostei mais de aprender sobre as histórias infantis. Ainda aprendemos sobre dar autógrafos”, contou.

Autora do livro ‘O Leão e a Libélula’, Alessandra Karla Leite, participou do evento, conversou com os alunos e trocou ideias sobre o livro.

 “O retorno é muito especial, pois quando você escreve vai ganhando uma dimensão que você não imagina, no meu caso foi algo muito por realização pessoal. A aceitação do livro é boa e cada faixa etária entende de uma forma, os alunos conversaram comigo sobre como eles entenderam a história, que fala da amizade entre o leão e a libélula, que ele fica triste porque não pode voar e no final, depois de uma lágrima da libélula ele acaba ganhando asas. Por isso que pode ser trabalhada a questão da amizade, do amor, da diferença e da preservação da natureza”, relatou.

Leite ressaltou, ainda, a importância da aproximação do escritor amazonense com as crianças.

“É muito legal, fui aceita de uma forma muito pessoal e acredito que quando acontece esse tipo de convite acaba incentivando os alunos para o interesse da leitura, pois o livro marca a infância de uma pessoa”, finalizou.

Os alunos, junto, com a autora, ainda realizaram uma sessão de autógrafos nos livros que eles produziram.

 

TEXTO: João Pedro Figueiredo

FOTOS: Rodemarques Abreu

 

 

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

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Semed aplica avaliação de desempenho para 70 mil estudantes da rede municipal

quinta-feira, outubro 9th, 2014

Com um total de 77.536 mil alunos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou nesta quinta-feira, 9, a Avaliação de Desempenho do Estudante (ADE) em toda rede municipal de ensino. Os alunos do 2º, 3º, 4º e 8º ano do Ensino Fundamental passaram pelo exame. O resultado da avaliação deve sair de 15 a 20 dias.

A prova de caráter pedagógico reuniu 348 escolas municipais, equivalente ao 3º bimestre, e serviu para avaliar o aprendizado do alunado nas disciplinas de português e matemática, no início do ano letivo até agora.

Segundo a chefe da Divisão de Avaliação e Monitoramento (DAM) da Semed, Núbia do Socorro Pinto Breves, o diferencial da avaliação foi a proposta curricular da Secretaria e do Aprende Brasil da Positivo, com os alunos do 8º ano e mais 29 escolas, com estudantes do 2º e 4º ano.

“Nós estamos ajustando e avaliando a estrutura da prova neste ano, para que a mesma venha atender as expectativas da secretaria. A Semed trabalha, também, com a estrutura de análise dos resultados, procurando a cada avaliação melhorar o desempenho, já pensando no próximo ano”, contou. Ela informou que  haverá avaliação dos alunos do Programa de Aceleração de Aprendizagem (PAA), no dia 13 de outubro, e quatro escolas, que atendem o alunado indígena, dia 16 de outubro.

Cerca de 330 alunos da Escola Municipal Elvira Borges, bairro da Compensa, zona Oeste da cidade, participaram da avaliação da ADE da Semed. Para a professora Maria do Socorro Viana, a prova foi proveitosa e os alunos tiveram uma boa preparação para alcançar um bom desempenho.

“A preparação foi feita ao longo de todo bimestre. Nós preparamos os professores, alunos e identificamos os conteúdos que seriam trabalhados. A partir desta identificação, nós fizemos um trabalho sistematizado. Acredito que todos tiveram um bom desempenho, porque os alunos tiveram uma boa preparação, onde as faltas foram mínimas. Estou confiante em um bom resultado nesta avaliação.”, comentou.

Se preparando em casa e na escola, a aluna do 4º ano matutino, Rayssa Taylane, 11, acredita que fez uma boa prova, mas devido a sua dedicação de pegar os livros e estudar por várias horas.

“Acho que fui bem, porque estudei muito na minha casa, apesar de ter ficado nervosa. A parte mais difícil foi matemática, mas consegui superar. A professora me orientou e fiz tudo direitinho. Nós fizemos muitas tarefas para se preparar para hoje (quinta), por isso, não achei muito difícil.”, disse.

A Escola Municipal Firme na Fé, bairro Alvorada, é outra unidade que participou da prova. No total foram 680 alunos do 2º ao 4º ano, nos dois turnos. A aluna do 4º ano, Gabriele Alessandra, 10, não teve muita complicação de responder as questões de português e matemática, mas devido sua preparação em sua escola e fora do horário de aula.

“Minha prova foi fácil e divertida, porque tive os professores para ajudar na orientação de algumas dúvidas. Estudei bastante em minha casa para tirar boas notas nas duas matérias, além do mais faço o Programa Mais Educação, e tenho como reforço português e matemática, isso também ajudou muito na hora de responder”, contou.

Dados

Como preparação para a Avaliação de Desempenho do Estudante (ADE), a Semed realizou no mês de fevereiro a chamada avaliação diagnóstica, com 348 escolas e a participação de 78.743 alunos da rede municipal de ensino.

A avaliação da ADE no 1º bimestre ocorreu nos dias 5 e 6 de maio, com 348 unidades de ensino, com 80.182 estudantes. A prova do 2º bimestre reuniu 364 escolas, com um total de 108 mil alunos, no dia 6 de agosto.

A quarta avaliação da ADE deve ocorrer no mês dezembro.

TEXTO: Paulo Rogério Veiga
FOTO: Cleomir Santos

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Alunos de Cmei antecipam comemoração do Dia das Crianças em visita à Arena da Amazônia

quinta-feira, outubro 9th, 2014

O dia das crianças será comemorado no próximo domingo, 12, mas cerca de 200 alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Madre Ana Rosa Gattorno receberam presente antecipado, na manhã desta quinta-feira, 9. As crianças, de 4 a e 5 anos, da unidade fizeram uma visita à Arena da Amazônia, na zona centro-oeste de Manaus.

Todos uniformizados com camisa e boné da escola, os pequenos fizeram um piquenique no hall do estádio. Em seguida, guiados por instrutores da Fundação Vila Olímpica (FVO), conheceram toda a estrutura da praça esportiva.

“Eu achei muito bonito. Já tinha visto pela televisão, mas aqui é maior do que na TV”, disse Sophia Sanchez, de 5 anos.

A ideia de visitar a Arena da Amazônia, segundo a pedagoga do Cmei, Carla Nunes, surgiu pelo fato de que a maioria dos alunos não tiveram oportunidade de ir ao estádio nos jogos da Copa do Mundo. Ela explica, também, que o passeio faz parte das ações da semana da criança, que está sendo celebrada no Madre Ana Rosa Gattorno desde segunda-feira.

“Na nossa festa junina juntamos verba para proporcionar uma semana da criança bem diferente do cotidiano da escola. Desde segunda-feira, estamos fazendo atividades diferentes como banho de piscina. A culminância será nesta sexta-feira, 10, com uma festa na escola. Durante os festejos, sempre fazemos um passeio. Já fomos ao Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), no Bosque da Ciência e este ano, tivemos a oportunidade de vir aqui na Arena. É importante porque durante a Copa do Mundo eles não puderam vim aqui por questões financeiras mesmo. Então, como esse evento foi tão falado e celebrado, resolvemos oportunizar esse momento para eles”, explicou.

Concentradas, as crianças ouviam atentamente as explicações dos guias da Arena sobre as cores das cadeiras, o formato de cesta do estádio. O aluno Felipe Siqueira, de 6 anos, disse que queria poder jogar bola com os “coleguinhas” no campo da Arena da Amazônia. “Eu achei muito bonito. Se tivesse uma bola aqui eu queria brincar com meus colegas, mas a professora disse que não pode pisar na grama”, disse.

Ao final do passeio, os alunos puderam tirar foto à beira do gramado do estádio. O aluno, Cauã Machado, de 5 anos, disse que gostou da oportunidade, porque gosta muito de futebol. Durante a visita, ele mostrou ser conhecedor das regras do esporte e explicava para os amigos o significado da bandeira de escanteio, da rede do gol, as cores escuras e claras no gramado. “Em frente a bandeirinha o jogador coloca a bola para bater o escanteio e a rede é para o jogador marcar o gol”, falava.

A dona de casa Darlene de Freitas foi acompanhar o filho Gabriel, 5, na visita à Arena da Amazônia. Segundo ela, o menino passou a semana inteira lembrando que na quinta-feira iria visitar o estádio e confessa que não estava muito empolgada em acompanhar a criança, mas que gostou muito da visita.

“Não sou muito fã de futebol. Vim acompanhar meu filho que é viciado no Flamengo, mas confesso que gostei bastante. Não sabia que era tão bonito. Foi um presente para ele e para mim também”, afirmou.

TEXTO: Thiago Botelho

FOTOS:Lton Santos

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Semed conclui o 4º módulo da Formação de Saberes Indígena na Escola

quarta-feira, outubro 8th, 2014

Lideranças de diversas etnias e professores indígenas da rede municipal de ensino participaram na tarde desta quarta-feira, 8, do encerramento do 4º Curso de Formação Saberes Indígenas na Escola, promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A atividade aconteceu na sede da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM) da secretaria e reuniu cerca 50 educadores de escolas indígenas e espaços culturais.

A proposta da ação é promover a formação continuada de professores indígenas no processo de alfabetização, respeitando suas línguas maternas e seus processos próprios de aprendizagem, bem como oferecer subsídios para a elaboração de material didático diferenciado, de forma a cumprir a legislação brasileira da Educação Escolar Indígena.

Neste módulo foi trabalhado o tema “Produção Textual Indígena”. A atividade teve início na segunda-feira, 6. Durante o encontro, os professores retrataram  suas respectivas etnias ou comunidades por meio de trabalhos e exposições.

No decorrer da qualificação foram confeccionados livros com histórias infantis indígenas no contexto cultural de cada etnia existente, com objetivo de fazer o resgate da cultura dos respectivos indígenas. A gerente da Educação Indígena da Semed, Meire Lane de Oliveira, explicou o trabalho pedagógico realizado no curso que, ao todo, terá seis módulos.

 “Este projeto iniciou este ano. Ele pode ser denominado como Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) Indígena, porque também visa trabalhar a alfabetização, mas para o aluno indígena. Ele tem a finalidade trazer ferramentas e metodologias para se trabalhar a alfabetização nas escolas e espaços indígenas. No decorrer do curso os educadores produziram pequenos livros voltados para alunos indígenas de 3 a 8 anos. O projeto é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi)”, relatou a gerente.

Arnaldo Baré, professor da Escola Indígena Municipal Yayumbwewa Rendawa Maku Arú Waimi, antiga Escola Municipal Três Unidos, que participou desde o primeiro módulo mencionou o que está achando da ação. “Este curso vem ampliar nossos horizontes, vem nos ajudar a valorizar, ainda mais, a nossa cultura, o nosso dialeto, nossos costumes, entre outros. Estou achando ótimo a trocas de experiências e os novos conhecimentos que estou adquirindo”, destacou o professor.

A Ufam disponibiliza os profissionais que ministram o curso, material didático e alimentação aos participantes. A formadora do 4º módulo, Jonise Nunes Santos, enfatizou a importância da confecção dos livros que foram produzidos nesta etapa do curso.

“A ideia de produção de materiais, que é um dos objetivos desta formação, vem para efetivar o direito do ensino especifico e diferenciado para alunos indígenas. Sem esse material didático direcionado para alunos indígenas fica um tanto difícil este estudante ter acesso à cultura e sua identidade, visto que todo conhecimento indígena é oral, ou seja, o aluno só vai conhecer se alguém contar ou se ele tiver um recurso didático. Portanto, este módulo é de extrema importância para revitalizar a língua indígena”, descreveu a formadora.

Os últimos módulos acontecerão nos meses de março e abril de 2015.

TEXTO: Emerson Felipe

FOTOS: Cleomir Santos

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Escola municipal apresenta peça teatral e implanta programa para incentivar a leitura

quarta-feira, outubro 8th, 2014

Em comemoração à Semana do Livro Infantil, a Escola Municipal Anita Garibaldi, no Zumbi, zona Leste, realizou na manhã desta quarta-feira, 8, a peça teatral “O rapto das princesas”, no pátio da unidade. A apresentação lúdica contou com a participação de 21 alunos do 5º ano do Ensino Fundamental.

 

A ação faz parte do Programa de Melhoria da Biblioteca Escolar, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), por meio da Gerência de Atividades Complementares e Programas Especiais (Gacpe). Durante o mês de outubro, as escolas municipais realizarão apresentações culturais para a divulgação da literatura infantil e incentivo à leitura na rede de ensino.

 

“É uma atividade na semana do Dia da Criança, mas será realizada todo esse mês nas escolas municipais. Nós estamos acompanhando esse trabalho junto as divisões distritais de todas as zonas. Cada unidade vai fazer sua apresentação, mas de acordo com a programação da escola”, comentou a coordenadora do Programa de Melhoria da Biblioteca Escolar da Semed, Silene Batista.

Com pouco mais de uma semana de ensaios em sala de aula, com duas horas de duração, a professora Naylane Dutra fez uma adaptação da peça teatral, não apenas visando à apresentação cênica, mas principalmente o aprendizado dos alunos sobre a literatura infantil.

 

“O intuito da peça com as crianças é estimular a leitura e conhecer um pouco mais sobre a literatura clássica, além de fazer uma comparação do que é o fictício e realidade. O importante é que todos trabalharam juntos, dedicaram-se e procuraram aprender sobre os personagens da literatura local, ou seja, o importante é a prática constante da leitura”, disse.

 

Aluno do 5º ano matutino, Juan Carlos, 11, foi o narrador da peça teatral. Ele destacou que durante a programação os colegas da escola tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a literatura.

 

“A peça foi muita divertida e estimula o aluno a ler sobre a literatura e conhecer seus personagens. Eu gosto de ler muito gibis e livros de história em casa.”, revelou.

 

Lançamento

 

Na oportunidade, a diretora da Escola Municipal Anita Garibaldi, Lilia Monteiro de Aguiar, anunciou o lançamento do programa 5S Literatura. A meta é melhorar o desempenho dos alunos do 1º ao 5º ano. Segundo a gestora, foi diagnosticado uma performance não satisfatória nas disciplinas de português e matemática, nas provas da Avaliação de Desempenho do Estudante (ADE), realizadas no 2º bimestre.

 

“Os nossos alunos não foram bem, devido à leitura e interpretação de texto. Nós vamos implantar esse projeto para que nossas crianças possam melhorar esses itens. Os professores irão fazer todos os dias leitura em sala de aula, além de textos narrativos, dissertativos, ler histórias em quadrinhos, texto informativo, entre outros. A partir disso, os alunos vão ter mais conhecimento para ler e escrever.”, explicou.

 

 

Texto: Paulo Rogério Veiga

Fotos: Cleomir Santos/Semed

Assessoria de Comunicação

Secretaria Municipal de Educação (Semed)

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