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Cmei Madre Elísia comemora o Dia do Índio com atividades lúdicas

segunda-feira, abril 25th, 2016
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No dia 19 de abril, que é comemorado o Dia do Índio em todo Brasil, o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Madre Elísia, localizado no bairro São Raimundo, zona Oeste, realizou um evento, envolvendo os 300 alunos do 1º e 2º  período da instituição, de 4 e 5 anos, para mostrar a diversidade cultural indígena e salientar que as diferenças culturais existem, mas que precisam ser aceitas por todos.

Durante a atividade, os alunos encenaram um ritual indígena e foi exibido um vídeo, retratando os costumes, a vida e o dia a dia dos povos indígenas. De acordo com a gestora, Wanderluce Almeida, a atividade faz parte do projeto Diversidade Cultural, que é trabalhado há dois anos no Cmei.

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“A ação pretende demostrar  a cultura indígena, a africana e a inclusão de diferentes povos e raças, por meio de atividades lúdicas e pedagógicas como esta”, mencionou.

Sobre a atividade alusiva ao Dia do Índio, Walderluce explicou que a intenção da ação foi incutir nas crianças o respeito pela cultura indígena. “O objetivo da atividade de hoje foi fazer as  crianças entenderem que todos somos iguais e que devemos valorizar nossos antepassados, os índios, que foram os primeiros habitantes de nosso país”, enfatizou.

Ainda no decorrer da ação, foi preparada uma roda cultural indígena, onde foi propiciado um espaço para as crianças se apropriarem da cultura indígena por meio da música, dança e desenhos. Além disso, houve uma exposição de artefatos indígenas, com instrumentos musicais, redes de pesca, remo, dentre outros objetos.

 

Texto: Emerson Felipe

Foto: Divulgação Cmei Madre Elísia

 

Secretaria Municipal de Educação (Semed)
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Escola Jarlece Zaranza envolve mais de 500 alunos na 3ª edição da “Jarlecíada”

segunda-feira, abril 25th, 2016

Jogos Internos Jarlecidas 2016 - Fotos Cleomir (5)Até a próxima sexta-feira, 29, a Escola Municipal Jarlece da Conceição Zaranza, localizada no bairro Amazonino Mendes, zona Leste, promoverá jogos e competições internas, durante a 3ª edição da “Jarlecíada”. A atividade envolverá 571 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, do turno vespertino da unidade escolar. A competição será divida nas categorias juvenil e infantil e nas modalidades de futsal, vôlei, queimada e xadrez.

A primeira série de competições aconteceu na tarde desta segunda-feira, 25, na quadra poliesportiva da unidade, envolvendo todos os alunos do 8º ano nas modalidades futsal e queimada.

Jogos Internos Jarlecidas 2016 - Fotos Cleomir (36)De acordo com a pedagoga da unidade, Deise Gomes, o evento esportivo tem o objetivo de atrair o aluno para o ambiente escolar, bem com trabalhar habilidades e competências.

“Além de promovermos um espaço de disputas saudável, a ação busca proporcionar uma prática pedagógica diferenciada para atrair cada vez mais os alunos para escola, bem como aproveitamos a ação para trabalhar as habilidades e competências na área do esporte dos alunos” explicou.

Deise destacou ainda que a participação do aluno na competições está diretamente ligada a assiduidade e um bom rendimento escolar. “Um dos requisitos para o aluno participar da Jarlecíada é assiduidade e boas notas. Caso o aluno não consiga, ele é automaticamente tirado das competições. Com isso, conseguimos motivar os alunos a participarem dos jogos e, ao mesmo tempo, melhorar o rendimento escolar e o interesse dos estudos do nosso alunado”, enfatizou.

Jogos Internos Jarlecidas 2016 - Fotos Cleomir (23)As competições serão feitas a tarde, mas não influenciarão nas aulas regulares, pois as competições serão programadas. Um dos professores que estará diretamente ligado na ação será o educador de educação física, Adriano Mota. Segundo ele, a partir da Jarlecíada também é possível trabalhar valores humanos.

“Esta atividade é importante porque nela é possível trabalhar e suscitar diversos fatores, dentre eles, o respeito, o espirito olímpico e a disciplina”, afirmou.

Na competição há alunos veteranos que até já participaram do maior evento esportivo da rede  municipal de ensino, que é as Municipíadas. Dentre eles está Rodrigo dos Santos, que ano passado, fez parte da equipe que conquistou o 1º lugar no futsal e, que individualmente, foi campeão na modalidade de xadrez, conquistando o bicampeonato no esporte. Para Rodrigo, a ação representa uma oportunidade.

“Eu jamais poderia imaginar que iria ser campeão nestas modalidades. Hoje, sinto que a cada dia estou melhor como atleta, aluno e pessoa. E devo tudo isto a escola que me deu oportunidade de provar para mim mesmo que eu era capaz de competir e de tornar-me campeão”, disse.

Na final, que será na sexta-feira, 27, haverá  entrega de medalhas e troféus aos times e alunos campeões.

 

Texto: Emerson Felipe

Foto: Cleomir Santos

 

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Projeto integra o ensino da educação física com várias disciplinas em escola municipal de Manaus

segunda-feira, abril 25th, 2016

Jogos de Construção Interdiciplinar Esc. Mul. Padre D'Vrires - Fotos Rodemarques Abreu (34)Alunos da Escola Municipal Padre João D´vries, no bairro da Colônia Antônio Aleixo, zona Leste de Manaus, aprendem durante as aulas de Educação Física assuntos voltados para a Língua Portuguesa, Matemática e Ciências. O trabalho faz parte do Projeto Jogos de Construção Interdisciplinares, que busca integrar o ensino de várias disciplinas, além de  desenvolver entre as crianças o trabalho em grupo e o reaproveitamento de materiais recicláveis, utilizados na elaboração das atividades.

O projeto foi idealizado pelo professor de Educação Física Dennys Gomes e está sendo aplicado para alunos do 3º ano do Ensino Fundamental, do bloco pedagógico. Nele, as crianças, com idade entre oito e 11 anos, constroem os brinquedos como bolas, jogos de boliche e argola e caça palavras, utilizando material reciclável como jornais, garrafas pet, que são utilizados durante a segunda parte do projeto, com a realização de atividades físicas.

O professor explica que a ideia é auxiliar no desenvolvimento das crianças de forma lúdica e integrar diversas disciplinas no processo. As crianças são estimuladas a desenvolver a interação com os números, letras, aprendizagem de palavras, além de estimular o trabalho em equipe. “O que nós buscamos aqui foi construir jogos com os alunos e buscar a interação entre eles, trabalhando questões como a cooperação e do quanto um precisa do outro, não só na escola, mas no dia a dia”, destaca Gomes.Jogos de Construção Interdiciplinar Esc. Mul. Padre D'Vrires - Fotos Rodemarques Abreu (11)

Após a elaboração dos jogos, os alunos partem para o desenvolvimento da parte física, em exercícios coordenados em pequenos circuitos de corrida, em que trabalham a parte aeróbica, coordenação motora, utilização de bolas, associados a desafios voltados para a Língua Portuguesa e Ciência, com o uso de caça palavras, feitos por eles mesmos a partir de cartolina, papel e tampas plásticas de garrafa.

De acordo com o professor Gomes, a ideia do trabalho surgiu em 2015, após ele observar que a Educação Física associada a outras disciplinas pode ser um importante aliado em tornar as aulas mais dinâmicas e interessantes e interferir direta e positivamente na melhoria da aprendizagem desses alunos.

“A educação física proporciona essa possibilidade de desenvolvermos uma série de assuntos além da parte de exercícios”, diz o educador que, no próximo dia 22, vai apresentar o resultado do trabalho durante o Congresso Internacional de Educação Física, que vai ser sediado em Manaus.

Boliche trabalha operações de matemática

Jogos de Construção Interdiciplinar Esc. Mul. Padre D'Vrires - Fotos Rodemarques Abreu (12)Outro exercício trabalhado no projeto uniu operações de matemática aos jogos de boliche, que são produzidos a partir de garrafas pet, papel crepom e areia e argolas, feitas de jornais usados, em que as crianças têm contato com os números e aprendem a resolver exercícios de matemática básica como adição, subtração, multiplicação e divisão.

A pequena Emanuelly de Carvalho Penha, 9 anos, é uma das alunas que participa do projeto. A menina, que é uma das estudantes com o melhor aproveitamento nas atividades, segundo os professores, ressalta que aprender outras disciplinas utilizando os jogos torna o estudo mais interessante. “Eu acho isso muito divertido e bem prático estudar assim. Às vezes, eu acho muito chato ficar só sentada e escrevendo. É mais legal brincar e aprender ao mesmo tempo”, conta.

A professora Aliete Silva, que divide com Dennys Gomes o trabalho, destaca que esse tipo de atividade tem apresentado bons resultados entre os alunos, principalmente, por se tratar de crianças que ainda estão passando pelo processo de alfabetização. “Esse tipo de atividade tem me ajudado muito na formação desses alunos, já que eles acabam ficando mais atento na formação das palavras, na aprendizagem das sílabas, o que ajuda na melhoria da ortografia deles”, ressalta.

 

Texto: Martha Bernardo

Fotos: Rodemarques Abreu

 

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Cmei Dilsen Alves realiza atividade em alusão ao Dia do Livro

quarta-feira, abril 20th, 2016

20160420_140533Em comemoração ao Dia Nacional do livro Infantil, comemorado no dia 18 de abril, o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Dilsen Silva Alves, localizado no bairro Coroado III, zona Leste, realizou uma atividade na última quarta-feira, 20, no período da manhã a tarde, envolvendo os 170 alunos do 1º e 2º período que estudam na unidade escolar.

De acordo com a gestora da unidade, Ádria Marinho,  durante a atividade foi estimulado  à leitura e  recontagem de obras de um importante escritor da literatura infantil brasileira. A gestora mencionou ainda que o evento teve o objetivo de propor um momento de aprendizado diferenciado e atrativo.

“Todo trabalho realizado durante esta semana buscou enfatizar a importância do estímulo à leitura e a valorização das obras  do autor e escritor Monteiro Lobato, que é um dos maiores representantes da literatura infantil do nosso país”, salientou.

20160420_141636A gestora destacou ainda que desde última segunda-feira, 18, até o dia do evento, os alunos participaram  de uma série de atividades em sala de aula.

“Durante esta semana os alunos participaram de inúmeras atividades, envolvendo por exemplo, contação de histórias e releitura das obras do escritor Monteiro Lobato”, mencionou.

Durante o término da programação em torno do Dia do Livro, professores, administrativos, a pedagoga, merendeiras e os profissionais de serviços gerais se caracterizam com os personagens Narizinho, Pedrinho, Dona Benta, Tia Anastácia, Saci, Visconde de Sabugosa, Emília, para representar e dramatizar uma das principais obras de Monteiro Lobato: O Sitio do Pica Pau Amarelo.

Depois da encenação os professores destacaram tanto a obra épica do autor quanto outras tão relevantes quanto do Sitio.

 

Texto: Emerson Felipe

Foto: Divulgação Cmei Dilsen Alves

 

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Escola municipal do Colônia Terra Nova recebe doação de 450 livros de instituto

quarta-feira, abril 20th, 2016

Entrega de Livros na Esc. Mul. Raimundo Almeida - Fotos Rodemarques abreu (9)A Escola Municipal Professor Raimundo Almeida Lúcio, localizada na comunidade Rio Piorini, bairro Colônia Terra Nova, zona Norte, recebeu, na tarde desta terça-feira, 20, uma doação de 450 livros, entre eles, dicionários, gramáticas, obras de literatura e contos infantis. As doações vão compor o acervo bibliotecário da unidade escolar.

A doação faz parte da campanha “Doe livros, compartilhe conhecimento”, realizada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed), que é uma organização social sem fins lucrativos com sede em São Paulo, mas que mantem um escritório em Manaus.

Entrega de Livros na Esc. Mul. Raimundo Almeida - Fotos Rodemarques abreu (1)A escola atende 1,3 mil alunos do 3º ao 9º ano do Ensino Fundamental e funciona no período matutino e vespertino. Segundo a gestora da unidade, Elissandra Silva, os livros vão ajudar a escola a desenvolver suas ações pedagógicas e, consequentemente, o aprendizado dos alunos. “Estamos muito felizes com a doação. Os livros vão ajudar no nosso trabalho pedagógico e influenciar diretamente no aprendizado das nossas crianças. Só temos a dizer: muito obrigado”, declarou.

A entrega foi realizada por uma comitiva do Imed. O diretor do instituto, Remidio Vizzotto, mencionou que após todo o trabalho de mobilização e arrecadação, que aconteceu no período de 4 a 19 de abril, a instituição estava com sentimento de dever cumprido em contribuir para o crescimento do universo literário das crianças.

Entrega de Livros na Esc. Mul. Raimundo Almeida - Fotos Rodemarques abreu (23)“Para nós foi um prazer contribuir no fortalecimento da aprendizagem desta unidade escolar. Estamos com sentimento de dever cumprido e, também , de maior responsabilidade, pois sabemos que vamos ser estimulados pela sociedade para fazer outra doações, pois esta campanha foi um sucesso”, afirmou ao destacar que a campanha arrecadou muitos livros pelo grande envolvimento das pessoas.

Durante a entrega, a coordenadora das Bibliotecas Escolares da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Silene Lima, afirmou que que as obras vão completar o acervo que virá ainda este ano para compor a unidade escolar. “Para completar o acervo da biblioteca, a Semed entregará kits de livros, contendo livros de pesquisa, da literatura amazonense, entre outros. Além disso, a unidade receberá livros advindos do Programa Nacional de Biblioteca Escolar (PNBE)”, disse.

 

Texto: Emerson Felipe

Foto: Rodemarques Abreu

 

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Educação Especial é debatida durante Audiência Pública promovido pelo CME

quarta-feira, abril 20th, 2016

audiA minuta que altera a Resolução nº 010/CME/201, com procedimentos e orientações para a Educação Especial, voltou a ser discutida nesta quarta-feira, 20, junto com os órgãos competentes que trabalham com o público da educação especial e com a sociedade civil, durante a Audiência Pública do Conselho Municipal de Educação (CME), realizada no auditório do Parque Municipal do Idoso, zona Centro-Sul.

O início dos trabalhos começou no dia 7, quando foram apresentadas propostas para compor a redação final para a elaboração da resolução, que tem como objetivo de criar normas para que escolas públicas e privadas de Manaus possam realizar a inclusão de alunos especiais fazendo com que todos os alunos tenham direito à aprendizagem de qualidade.

Participaram do encontro representantes da Secretaria Municipal de Educação (Semed), do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe/AM), do Ministério Público do Estado Amazonas (MPE-AM), Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com deficiência (Seped), entre outras instituições que contribuem para o desenvolvimento da inclusão de alunos com deficiência no ensino regular da educação.

Segundo a presidente do CME, Maria das Graças Alves Cascais, a redação deve ser apresentada no próximo mês para o colegiado do conselho já para entrar em vigor.

audi1“As propostas foram apresentadas e estamos arrumando de uma maneira que atenda melhor as demandas das escolas privadas e públicas. Ainda há divergências entre essas instituições em algumas metas que precisam entrar em um consenso para apresentarmos a resolução final no dia 5 de maio para o colegiado aprovar. Não queremos que tenham salas de alunos especiais. Queremos a inclusão no ensino regular em todas as redes”, informou a presidente.

Uma das questões levantadas durante a audiência foi os recursos disponibilizados pelas escolas particulares, que não estariam atendendo a demanda da inclusão dos alunos especiais. Os representantes defenderam os procedimentos adotados e pretendem seguir a resolução.

De acordo com a gerente de Educação Especial da Semed, Reni Formiga, o objetivo final é o aprendizado do aluno e para isso o resultado da audiência pública deverá ser o melhor para todas as instituições.

“A escola privada tem que entender o processo de inclusão e que os alunos passem a ser aceitos e não exclusos, pois a rede privada continua excluindo. Eles têm que se organizar para atender ao público alvo da Educação Especial e essa audiência visa favorecer a todo esse público alvo e melhorar a educação especial da rede pública e privada”, destacou Renir ao salientar a rede municipal de ensino atende, atualmente, 3.804 alunos com deficiência.

Texto: João Pedro Figueiredo

Fotos: Lton Santos

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Escola Municipal Aristóles Alencar promove jogos interclasse

quarta-feira, abril 20th, 2016

2004Os mais de um mil alunos da Escola Municipal Aristóteles Comandante de Alencar, no Armando Mendes, zona Leste, realizaram os jogos interclasse do colégio na manhã desta quarta-feira, 20, com direito a todo protocolo de um evento oficial, com acendimento da tocha olímpica, hino nacional e desfile das equipes.

Cada uma das 19 turmas representou um valor educacional estudado interdisciplinarmente na semana que antecedeu as competições. A atividade teve torneios de tênis de mesa, futsal e queimada e dama, em naipes masculino e feminino.

As competições, de acordo com a diretora da escola, Kelen Oliveira, serviram para ensinar princípios olímpicos como respeito, trabalho em equipe e jogo limpo aos estudantes.

“Além de agregar na aprendizagem e no desenvolvimento social do aluno, atividades com essas ensinam conteúdos de uma maneira diferente. Os alunos registraram bem conceitos como respeito, amizade e lealdade que são essências para os alunos conviverem bem em sociedade. A ideia não é jogar por jogar, mas que estejam agregadas a um objetivo. Tiramos eles de sala e estamos instaurando esses valores neles”, explicou.

20041Feliz por estar se divertindo com os colegas, o aluno Marcos Vinícius Teixeira, 11, do 6º ano, disputou partidas de tênis de mesa e foi campeão do torneio de dama. “Foi muito bom participar dos jogos. Foi divertido. A gente brinca e aprende ao mesmo tempo. Aprendi que não devemos trapacear e que devemos somente jogar de forma limpa mesmo”, disse.

Já a aluna Pauline Freitas, 11, do 6º ano, perdeu na disputada da final da queimada. Ela disse que gostaria muito de ser campeã, mas que a derrota também faz parte do jogo e que em sala de aula aprendeu vários exemplos de esportistas que perderam, mas conseguiram dar a volta por cima, em seguida.

“Com certeza, a gente tem que aprender a ganhar e a perder, pois isso faz parte do jogo. Hoje foi um dia muito divertido, eu dancei com as minhas colegas. Eu aprendi que no jogo eu não posso fazer nada sozinha, que tenho que ser unida para poder vencer”, afirmou.

Texto: Thiago Botelho

Fotos: Cleomir Santos

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Cmei Umberto Calderaro Filho realiza II Mostra Literária

terça-feira, abril 19th, 2016

II Mostra de trabalho de literatura. Cmei. Humberto Calderaro.Fotos Cleomir (8)Os 480 alunos do 1º e 2º período do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Umberto Calderaro Filho, localizado no bairro Zumbi, zona Leste, participaram durante toda esta terça-feira, 19, de uma programação com dramatizações, apresentações musicais e reconto de histórias. Atividade faz parte da II Mostra Literária, que a unidade educacional realizou nas duas últimas semanas com seus alunos.

Dentre as obras trabalhadas na mostra estavam Cobra Grande do escritor Cleber Sanches, Cida – A Macaca Travessa de Leyla Leong e  Formosa Sementinha Voadora, escrita por Wilson Nogueira. As obras apresentam principalmente o meio ambiente e a natureza.

II Mostra de trabalho de literatura. Cmei. Humberto Calderaro.Fotos Cleomir (6)De acordo a pedagoga do Cmei, Rhadamila Santos, objetivo da mostra desde ano além de oportunizar aos alunos o acesso ao meio ambiente foi oferecer as crianças o contato com a cultura local. “Este ano, trabalhamos com a preservação do meio ambiente, o conhecimento sobre sustentabilidade e respeito a natureza. O nosso objetivo, com isso, foi trabalhar os temas, por meio das obras que retratam o temática ambiental e oportunizar aos alunos o contato com os escritores locais”, destacou.

A pedagoga ressaltou também a importância de trabalhar a questão ambiental com as crianças de 4 e 5 anos. “É importante que desde cedo eles aprendam a preservar o meio ambiente, sobre sustentabilidade e saibam seu papel dentro da sociedade, apesar das suas idades” enfatizou.II Mostra de trabalho de literatura. Cmei. Humberto Calderaro.Fotos Cleomir (32)

A culminância contou com a presença de pais, familiares e responsáveis de alunos. A dona de casa Rosângela dos Santos, mãe do aluno José Ricardo, 5, do 2º período, destacou a atividade como positiva e disse que ela contribui para desenvolvimento das crianças.

“Achei muito interessante o evento. Vi o quanto os alunos estavam envolvidos, interagindo e gostando. Isso prova o quanto a mostra foi importante para desenvolvimento das crianças”, percebeu.

Durante atividade houve ainda a exposição de painéis, com imagens e trabalhos que alunos produziram em torno das obras literárias, no decorrer das semanas dos trabalhos da mostra.

 

Texto: Emerson Felipe

Foto: Cleomir Santos

 

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Número de alunos indígenas atendidos pela rede municipal de ensino cresce mais de 30%

terça-feira, abril 19th, 2016

IMG_6043Preservar a cultura e a identidade dos povos indígenas, valorizar os costumes, realizar o ensino bilíngue e combater o preconceito são os trabalhos desenvolvidos em quatro escolas indígenas municipais e 18 espaços culturais, pela Gerência de Educação Escolar Indígena (Geei), da rede municipal de ensino. Neste 19 de abril, data que se comemora o Dia do Índio, os povos percebem os avanços, mas a busca pelo o respeito e igualdade continua.

Nos últimos três anos, o número de alunos matriculados em escolas indígenas municipais, ou frequentando os centros culturais do município, no contraturno escolar, cresceu 32,9%, saltando de 505 para 671 estudantes. O aumento faz parte da intensificação do trabalho de fortalecimento e estruturação do ensino indígena na rede municipal desde 2013.

Pensando em preservar a cultura do povo Kokama, presente no Amazonas nos municípios do Alto Solimões, região da tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, o líder indígena e professor Francisco Marucaua, 42, é um dos responsáveis pelo Centro Cultural Tsetsu Kantun, localizado no bairro Grande Vitória, zona leste de Manaus, que conta hoje com 15 famílias da etnia. No local são atendidas durante a semana 44 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, que estudam a cultura e a língua materna.

IMG_0254Francisco, que nasceu na comunidade Terra Indígena Barro Branco, próximo ao município de Tonantins, relata emocionado sobre a importância do trabalho de valorização da identidade indígena, principalmente para aqueles indivíduos que deixaram as aldeias e migraram para a cidade. “Eu já passei por situações muito tristes de preconceito e o objetivo aqui é de mostrar para essas crianças e jovens, que eles possuem um valor cultural muito grande. Eles tinham, muitas vezes, vergonha de se expor, mas com esse trabalho, hoje, já são mais seguras em se apresentarem como indígenas”.

O professor pontua ainda que, o trabalho acaba gerando um efeito também nas escolas regulares, onde essas crianças e jovens estudam, uma vez que já é possível, segundo ele, observar uma melhor aceitação e reconhecimento da identidade indígena desses alunos.

Durante a semana, o espaço cultural, oferece aulas para crianças entre 4 e 11 anos e aos sábados para jovens e adultos, onde também é realizado um trabalho de formação de jovens professores, como é o caso de Ednay Panduro, 35, que faz parte do grupo de 30 professores indígenas recém-contratados pela Semed, por meio de Processo Seletivo Simplificado (PSS) realizado no final de fevereiro, deste ano.

IMG_0390Ednay mora em Manaus há dez anos e saiu do município de São Paulo de Olivença para realizar um tratamento médico. Ela conta que, antes de começar a atuar como professora trabalhou como empregada doméstica e destaca a importância do centro na mudança de vida que teve. “O nosso foco é avançar na educação e formar também multiplicadores, como foi comigo. Depois de iniciar os estudos aqui e de participar de uma formação para professores indígenas, fui indicada para participar do processo seletivo, então, se não fosse por essa oportunidade, eu não teria conseguido uma nova área de trabalho”.

Por meio do PSS realizado em fevereiro, 30 professores indígenas foram contratados em março. Cada uma das quatro escolas conta com três professores, sendo 12 no total, o dobro do que existia anteriormente. Devido à seleção também, hoje, os 18 espaços culturais  possuem um professor indígena, fluente na língua materna, para realizar as atividades. Antes das contratações, apenas 11 centros possuíam professores indígenas. Os profissionais, tanto das escolas, quanto dos centros, foram indicados pelas comunidades, de quem receberam carta de anuência e passaram por processo seletivo realizado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Além do crescimento na quantidade de alunos matriculados, também tem se investido na qualificação dos professores que atuam nessa modalidade e na parte física dessas escolas.

IMG_6046De acordo com o gerente da Geei, da Semed, Rossini Pereira, nas escolas indígenas o ensino oferecido é diferenciado, visto que além da matriz curricular estabelecida pelo Ministério da Educação (MEC), também são realizadas atividades que envolvam a língua materna e a cultura desses povos.

Segundo Rossini, a gerência vem trabalhando, em conjunto com a comunidade, para que até o final do ano seja definido um conteúdo pedagógico próprio para essas unidades de ensino, estabelecido por meio de reuniões e debates com as comunidades, em que o foco é atender as expectativas e necessidades apontadas pelos indígenas. A ideia é que seja estabelecida uma matriz curricular diferenciada e conteúdo político-pedagógico para cada comunidade, inclusive com material didático para atender as demandas na língua materna. “O objetivo é que a língua, a cultura, os costumes desses povos não desapareçam”.

As aulas, tanto nas escolas, quanto nos espaços culturais, buscam associar o ensino tradicional a práticas que resgatem, fortaleçam e revitalizem traços culturais dos indígenas como o artesanato, a culinária, o idioma, a medicina tradicional, já que muitos indígenas hoje estão deixando de utilizar remédios caseiros e adotando os medicamentos tradicionais, entre outros pontos importantes para a manutenção da cultura desses povos.

Além da contratação de professores, três, das quatro escolas indígenas, passarão a atender os alunos em escolas padrão com seis salas de aula, laboratório de informática, biblioteca, sala de professores. Cada uma das escolas está recebendo investimentos de R$ 1,2 milhão. A primeira, da Comunidade Nova Esperança, está prevista para ser entregue até junho deste ano.

Educação superior – A Gerência de Educação Indígena trabalha em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) para que, até o início de 2017, seja iniciada a primeira turma de graduação em Licenciatura Intercultural. De acordo com Rossini Pereira, o projeto é uma demanda antiga dos professores que atuam na educação indígena. “Hoje, dos nossos 30 professores contratados, apenas três possuem formação em nível superior. Então a graduação vem pra atender esse déficit e melhorar a qualidade do ensino oferecido”, disse.

Além dos professores indígenas, também poderão cursar a graduação moradores das comunidades onde as escolas indígenas funcionam e que queiram atuar como professores e atendam requisitos como o domínio da língua indígena. A Secretaria Municipal de Educação vai ceder alguns mestres e doutores da rede municipal, para que atuem na formação desses professores.

 

Texto: Martha Bernardo

Fotos: Rodemarques Abre e Lton Santos

 

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Professores indígenas tomam posse para atuarem nas escolas da rede municipal de ensino

terça-feira, abril 19th, 2016

19-04-16-Exposição e Posse dos novos Professores  Indigenas-Fotos Rodemarques abreu (6)Trinta professores indígenas tomaram posse na manhã desta terça-feira, 19, na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Eles foram convocados no Processo Seletivo Simplificado (PSS), lançado no final do mês de fevereiro. Os novos educadores atuarão nas quatro escolas indígenas e em 18 Espaços Culturais, atendidos pela rede municipal de ensino.

O prefeito em exercício, Marcos Cavalcanti destacou que levar profissionais da educação capacitados para as comunidades é o dever do município. “A prefeitura contribui para manter a cultura indígena e é a função da Semed manter essa cultura viva e proporcionar uma educação bilíngue nas comunidades, o que está sendo feito hoje com a posse desses servidores”, enfatizou.

19-04-16-Exposição e Posse dos novos Professores  Indigenas-Fotos Rodemarques abreu (7)De acordo com a secretária de Educação, Kátia Schweickardt, a rede municipal de ensino vem investindo em uma educação diferenciada, na busca que manter as tradições indígenas.

“Nessas escolas indígenas nossa educação é bilíngue. Temos ainda uma gerência de educação indígena que realiza um trabalho pedagógico diferenciado. Nossa rede tem esse trabalho que incorpora conhecimento, tradições e costumes que estão profundamente presentes na nossa história”, disse a secretária.

Atualmente, a Semed atende 22 comunidades indígenas, sendo que em quatro delas o trabalho é feito em Escolas Indígenas e 18 Espaços Culturais, atendendo um total de 671 alunos. Os trabalhos realizados nestes ambientes são importantes para o resgate da tradição indígena, como destacou o gerente da Educação Indígena da Semed, Rossini Maduro.

19-04-16-Exposição e Posse dos novos Professores  Indigenas-Fotos Rodemarques abreu (5)“Esses professores fazem um trabalho de revitalização linguística e cultural das comunidades. Por isso, eles são indicados pelos comunitários para participar do PSS. São esses trabalhos que vão possibilitar que essa cultura, essa língua seja perpetuada, que não se perca apesar das influências de culturas externas”, destacou.

Nas escolas indígenas são ofertados ensinos intercultural e interdisciplinar, onde os professores indígenas alinham o ensino dos componentes curriculares da base nacional comum curricular com os conhecimentos tradicionais construídos secularmente pelos povos indígenas.

Os Espaços Culturais atendem, no contra turno, os alunos indígenas de Manaus matriculados em escolas não indígenas existentes nas proximidades de suas comunidades. Nesses Espaços, os professores focam os trabalhos pedagógicos no fortalecimento e valorização das culturas e línguas maternas.

19-04-16-Exposição e Posse dos novos Professores  Indigenas-Fotos Rodemarques abreu (4)Tomando posse para atuar na etnia Kambeba, o professor Mário dos Santos Cruz acredita que os alunos estão abertos a novos conhecimentos. “Espero que esse ano possamos realizar um trabalho de culturas diferentes, abertos a novos conhecimentos, não deixando de trabalhar o conhecimento do branco, mas também trabalhando o conhecimento tradicional indígena”, informou.

Exposição de trabalhos 

Marcando as comemorações do Dia do Índio, alunos e professores, realizaram a “2ª Exposição de Educação Escolar Indígena: Saberes, Culturas, Artes e Tradições”, que aconteceu no hall da secretaria.

Os trabalhos apresentados visam a revitalização, valorização e fortalecimento das culturas e línguas indígenas existentes no município de Manaus. O evento contou com a participação de alunos e professores das Escolas Indígenas Municipais Kanata T-Ykua, Puranga Pisasú, Arú Waimi, Kunyatá Putira e dos Espaços Culturais atendidos pela secretaria, além de lideranças, comunitários e demais convidados.

 

Texto: João Pedro Figueiredo

Fotos: Rodemarques Abreu

 

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